Termina campanha por aumento de salários
Terminou no passado dia 11 a campanha regional que a DORL do PCP levou a cabo nas últimas três semanas, subordinada ao lema «Por aumentos salariais dignos, pela valorização do salário mínimo nacional». Para encerrar a campanha, o PCP levou a cabo uma grande distribuição do folheto na baixa lisboeta, com a presença, entre muitos militantes do PCP, de Jerónimo de Sousa, da Comissão Política. Em muitos outros concelhos do distrito decorreram, no mesmo dia, acções semelhantes.
Com esta campanha, o PCP pretendeu desmascarar a actual situação nacional, marcada por uma realidade demonstrativa da política do Governo: Enquanto os trabalhadores portugueses são, de longe, os mais mal pagos da União Europeia, os bancos nacionais foram os mais rentáveis no ano passado atingindo resultados de exploração da ordem dos cinco mil milhões de euros.
Os comunistas aproveitaram ainda para contestar a «prenda rara» que o Governo resolveu acrescentar a este quadro, já se si grave, a redução do subsídio de doença, que passará a ser, também ele, o mais baixo da UE. Esta e outras medidas estiveram na mira do PCP, que protesta contra mais este ajuste de contas com os trabalhadores, vindo de um Governo que, para a DORL, «não olha a meios para tirar aos ricos para dar aos pobres».
Com esta campanha, o PCP pretendeu desmascarar a actual situação nacional, marcada por uma realidade demonstrativa da política do Governo: Enquanto os trabalhadores portugueses são, de longe, os mais mal pagos da União Europeia, os bancos nacionais foram os mais rentáveis no ano passado atingindo resultados de exploração da ordem dos cinco mil milhões de euros.
Os comunistas aproveitaram ainda para contestar a «prenda rara» que o Governo resolveu acrescentar a este quadro, já se si grave, a redução do subsídio de doença, que passará a ser, também ele, o mais baixo da UE. Esta e outras medidas estiveram na mira do PCP, que protesta contra mais este ajuste de contas com os trabalhadores, vindo de um Governo que, para a DORL, «não olha a meios para tirar aos ricos para dar aos pobres».