Saúde exige Plano de Emergência
Os deputados e organizações do PCP do distrito de Setúbal estão preocupados com a situação da Saúde na região. As apreensões dos comunistas resultam dos dados recolhidos nos contactos feitos com populações, Comissões de Utentes e diversos serviços da rede de cuidados de saúde, no âmbito da interpelação do PCP ao Governo sobre a matéria.
Diz a Direcção da Organização Regional de Setúbal que, a não ser invertido o quadro actual, a situação da saúde no distrito tenderá a agravar-se. Tanto mais que este tem já, segundo dados de 1999, a segunda mais alta taxa de mortalidade do Continente, padronizada pela idade segundo a residência e o sexo; teve, em 2000, uma mortalidade perinatal 11,5% superior ao valor do conjunto do País; 20% da sua população, segundo dados da Sub-Região de Saúde de Setúbal de 2003, não tem médico de família.
Caracterizado por um rápido crescimento demográfico e por ser sede de importantes pólos de desenvolvimento - indústria automóvel, Complexo de Sines, turismo -, o distrito poderá, contudo, ver em risco o seu desenvolvimento e o bem estar das populações, devido à situação que se vive na saúde.
Esta é, aliás, uma questão particularmente sentida e para a qual as autarquias locais e as populações têm vindo a alertar, num grande movimento que levou inclusive à criação de mais de 20 Comissões de Utentes da Saúde por todo o distrito. Algumas autarquias disponibilizaram mesmo terrenos para a construção de novos equipamentos de acordo com as necessidades. Mas, para os comunistas de Setúbal, «o alerta das populações e a disponibilidade das autarquias não encontraram o devido eco da parte do Governo». Mais, a hipótese já ventilada da entrega de áreas particularmente carenciadas a gestores privados, «faz temer que se pretendam oferecer lucros onde antes se semearam problemas».
Decidiram, assim, a apresentação de 30 requerimentos ao Governo, muitos deles retomando iniciativas já apresentadas e ainda sem resposta, e a definição de Emergência para o Distrito de Setúbal. Este Plano passa, entre várias outras medidas, pela abertura imediata de Centros e Extensões de Saúde que aguardam dotação de pessoal ou de equipamento; pelo lançamento de obras de construção de outros Centros, Extensões e Serviços de Saúde; pela satisfação imediata das necessidades já identificadas de médicos de família, enfermeiros, pessoal administrativo e auxiliar.
Diz a Direcção da Organização Regional de Setúbal que, a não ser invertido o quadro actual, a situação da saúde no distrito tenderá a agravar-se. Tanto mais que este tem já, segundo dados de 1999, a segunda mais alta taxa de mortalidade do Continente, padronizada pela idade segundo a residência e o sexo; teve, em 2000, uma mortalidade perinatal 11,5% superior ao valor do conjunto do País; 20% da sua população, segundo dados da Sub-Região de Saúde de Setúbal de 2003, não tem médico de família.
Caracterizado por um rápido crescimento demográfico e por ser sede de importantes pólos de desenvolvimento - indústria automóvel, Complexo de Sines, turismo -, o distrito poderá, contudo, ver em risco o seu desenvolvimento e o bem estar das populações, devido à situação que se vive na saúde.
Esta é, aliás, uma questão particularmente sentida e para a qual as autarquias locais e as populações têm vindo a alertar, num grande movimento que levou inclusive à criação de mais de 20 Comissões de Utentes da Saúde por todo o distrito. Algumas autarquias disponibilizaram mesmo terrenos para a construção de novos equipamentos de acordo com as necessidades. Mas, para os comunistas de Setúbal, «o alerta das populações e a disponibilidade das autarquias não encontraram o devido eco da parte do Governo». Mais, a hipótese já ventilada da entrega de áreas particularmente carenciadas a gestores privados, «faz temer que se pretendam oferecer lucros onde antes se semearam problemas».
Decidiram, assim, a apresentação de 30 requerimentos ao Governo, muitos deles retomando iniciativas já apresentadas e ainda sem resposta, e a definição de Emergência para o Distrito de Setúbal. Este Plano passa, entre várias outras medidas, pela abertura imediata de Centros e Extensões de Saúde que aguardam dotação de pessoal ou de equipamento; pelo lançamento de obras de construção de outros Centros, Extensões e Serviços de Saúde; pela satisfação imediata das necessidades já identificadas de médicos de família, enfermeiros, pessoal administrativo e auxiliar.