Romance inspira série TV
A sala Massua do Centro Cultural de Belém acolheu, terça-feira, 16, a conferência de imprensa de apresentação da série de televisão «Até Amanhã, Camaradas», inspirada na obra homónima de Manuel Tiago.
A série de oito episódios, que deverá estrear entre Setembro e Dezembro do próximo ano, é uma co-produção da responsabilidade da MGN Filmes e da SIC que, como sublinhou o representante da estação de televisão, Manuel Fonseca, aposta numa «obra de inestimável valor histórico e literário para marcar também o tempo em que é realizada».
Depois de ser apresentado o leque de actores, que procuraram desvendar um pouco da adaptação e do carácter das personagens, Joaquim Leitão revelou que as filmagens estão previstas para as margens do rio Tejo, com passagens por Portalegre e Mira D’Aire, locais onde foi possível encontrar estruturas fabris com traços das existentes nos anos 40 e 50.
O realizador referiu-se ainda ao desafio que representa filmar uma adaptação de um romance de Manuel Tiago, pseudónimo de Álvaro Cunhal, afirmando que se trata de «uma história com um fundo histórico e político exaltante, onde as pessoas são fracas e fortes, tal como na vida real».
Tino Navarro, produtor da série, corroborou as palavras de Joaquim Leitão e acrescentou que «é uma obra que trata da vida de pessoas que lutaram pela liberdade» pois «apesar de muitos não se lembrarem, existiu fascismo em Portugal, e nós tratamos da luta de gente simples, operários e camponeses».
O representante da MGN aludiu ainda às longas conversas que manteve com Álvaro Cunhal para melhor compreender a trama e os actores do romance e expressou satisfação por muitos militantes que viveram aquele período se terem disponibilizado para ajudar na caracterização do conteúdo das personagens.
A série de oito episódios, que deverá estrear entre Setembro e Dezembro do próximo ano, é uma co-produção da responsabilidade da MGN Filmes e da SIC que, como sublinhou o representante da estação de televisão, Manuel Fonseca, aposta numa «obra de inestimável valor histórico e literário para marcar também o tempo em que é realizada».
Depois de ser apresentado o leque de actores, que procuraram desvendar um pouco da adaptação e do carácter das personagens, Joaquim Leitão revelou que as filmagens estão previstas para as margens do rio Tejo, com passagens por Portalegre e Mira D’Aire, locais onde foi possível encontrar estruturas fabris com traços das existentes nos anos 40 e 50.
O realizador referiu-se ainda ao desafio que representa filmar uma adaptação de um romance de Manuel Tiago, pseudónimo de Álvaro Cunhal, afirmando que se trata de «uma história com um fundo histórico e político exaltante, onde as pessoas são fracas e fortes, tal como na vida real».
Tino Navarro, produtor da série, corroborou as palavras de Joaquim Leitão e acrescentou que «é uma obra que trata da vida de pessoas que lutaram pela liberdade» pois «apesar de muitos não se lembrarem, existiu fascismo em Portugal, e nós tratamos da luta de gente simples, operários e camponeses».
O representante da MGN aludiu ainda às longas conversas que manteve com Álvaro Cunhal para melhor compreender a trama e os actores do romance e expressou satisfação por muitos militantes que viveram aquele período se terem disponibilizado para ajudar na caracterização do conteúdo das personagens.