«Alcântara não quer as três torres»
A Assembleia de Freguesia de Alcântara rejeitou a construção de três torres, com 35 andares, nos terrenos da antiga fábrica Sidul.
Este projecto não respeita nada nem ninguém
Aprovada com os votos favoráveis do PCP, de «Os Verdes», do PS e do PSD, a moção «Alcântara não quer as três torres», para além de repudiar a construção destes edifícios, «recomenda à Câmara Municipal de Lisboa que não autorize a execução do projecto, procedendo em conformidade com o PDM em vigor».
O plano, apresentado em Outubro, prevê a construção de três torres, com 105 metros de altura, mais altas que o tabuleiro da Ponte 25 de Abril, além de seis edifícios mais baixos, destinados à habitação, escritórios e comércio.
Segundo a moção aprovada, «a construção destas torres abrirá o “apetite” para a construção de outras na vasta área da zona ribeirinha de Alcântara», «irá provocar a violentação do perfil ribeirinho da cidade» e «a concentração de um grande aglomerado populacional irá ter graves consequências nos problemas de trânsito, transportes e estacionamento», prejudicando a qualidade de vida urbana.
Entretanto, amanhã, «para que o debate possa abranger uma amplitude diversificada, significativa e plural de visões e análises», irá se realizar, pelas 21 horas, na sede da autarquia, um debate sobre este assunto, para a qual está convidada toda a população. Segundo o documento da Assembleia de Freguesia de Alcântara, foram ainda convidados os projectistas, a Câmara Municipal de Lisboa, a Comissão Permanente de Urbanismo, os líderes das bancadas da Assembleia Municipal, a Ordem dos Arquitectos, a Ordem dos Engenheiros, as faculdades da zona e organizações ambientalistas.
Neste debate espera-se ainda a participação das escolas, os clubes, as colectividades, as associações de reformados, de jovens e de estudantes da freguesia.
O plano, apresentado em Outubro, prevê a construção de três torres, com 105 metros de altura, mais altas que o tabuleiro da Ponte 25 de Abril, além de seis edifícios mais baixos, destinados à habitação, escritórios e comércio.
Segundo a moção aprovada, «a construção destas torres abrirá o “apetite” para a construção de outras na vasta área da zona ribeirinha de Alcântara», «irá provocar a violentação do perfil ribeirinho da cidade» e «a concentração de um grande aglomerado populacional irá ter graves consequências nos problemas de trânsito, transportes e estacionamento», prejudicando a qualidade de vida urbana.
Entretanto, amanhã, «para que o debate possa abranger uma amplitude diversificada, significativa e plural de visões e análises», irá se realizar, pelas 21 horas, na sede da autarquia, um debate sobre este assunto, para a qual está convidada toda a população. Segundo o documento da Assembleia de Freguesia de Alcântara, foram ainda convidados os projectistas, a Câmara Municipal de Lisboa, a Comissão Permanente de Urbanismo, os líderes das bancadas da Assembleia Municipal, a Ordem dos Arquitectos, a Ordem dos Engenheiros, as faculdades da zona e organizações ambientalistas.
Neste debate espera-se ainda a participação das escolas, os clubes, as colectividades, as associações de reformados, de jovens e de estudantes da freguesia.