Nomeação «pouco clara»
O Partido Ecologista «Os Verdes» pediu explicações ao Governo sobre o processo de nomeação do novo director do Parque Natural de Montesinho, em Bragança, que classifica de «muito pouco claro». Num requerimento apresentado, na passada semana, na Assembleia da República, a deputada Isabel Castro refere que «suscita a maior perplexidade» a forma como o técnico João Dias foi escolhido.
Para «Os Verdes» não foi cumprida a legislação acerca das comissões directivas das áreas protegidas, que dispensa concurso público, mas obriga a respeitar determinadas normas.
De acordo com o requerimento, a nomeação de Jorge Dias não obedeceu ao que tinha sido determinado pelo Instituto de Conservação da Natureza (ICN), que decidiu fazer um recrutamento interno para o cargo, através do método de avaliação curricular.
Segundo estas directrizes, os interessados deveriam apresentar dentro de um determinado prazo o currículo e requerimento de candidatura, entre outras condições.
A este recrutamento responderam três técnicos do ICN, mas o escolhido foi Jorge Dias, que, segundo o requerimento de Isabel Castro, não seguiu os trâmites dos restantes candidatos, conforme o próprio admitiu na tomada de posse.
A escolha suscita a «maior perplexidade e estranheza» ao Partido Ecologista, que classifica de «muito pouco claro» este processo, pelo facto de os outros três técnicos que concorreram não terem sido notificados nem dos resultados nem dos fundamentos da escolha feita.
Para «Os Verdes» não foi cumprida a legislação acerca das comissões directivas das áreas protegidas, que dispensa concurso público, mas obriga a respeitar determinadas normas.
De acordo com o requerimento, a nomeação de Jorge Dias não obedeceu ao que tinha sido determinado pelo Instituto de Conservação da Natureza (ICN), que decidiu fazer um recrutamento interno para o cargo, através do método de avaliação curricular.
Segundo estas directrizes, os interessados deveriam apresentar dentro de um determinado prazo o currículo e requerimento de candidatura, entre outras condições.
A este recrutamento responderam três técnicos do ICN, mas o escolhido foi Jorge Dias, que, segundo o requerimento de Isabel Castro, não seguiu os trâmites dos restantes candidatos, conforme o próprio admitiu na tomada de posse.
A escolha suscita a «maior perplexidade e estranheza» ao Partido Ecologista, que classifica de «muito pouco claro» este processo, pelo facto de os outros três técnicos que concorreram não terem sido notificados nem dos resultados nem dos fundamentos da escolha feita.