Tribunal julga mulheres
O Tribunal de Aveiro prosseguirá, a 13 de Janeiro, o julgamento de sete mulheres acusadas de aborto, no âmbito do qual decorreu uma audiência na terça-feira, 16.
Tanto o médico acusado como as sete mulheres escusaram-se a prestar declarações, o mesmo sucedendo com os seus advogados, atitude que vão manter quer em tribunal, quer perante a comunicação social.
A preceder a sessão, numerosas associações cívicas, sindicais e partidos, designadamente o PCP e a JCP, concentraram-se frente ao tribunal, solidarizando- se com as sete mulheres e exigindo a despenalização da prática até às 12 semanas.
Em nota à imprensa, a DORAV do PCP expressou o seu apoio às mulheres, considerando o julgamento como uma vergonha para Portugal, enquanto no Parlamento Europeu, a deputada Ilda Figueiredo promoveu a subscrição, entre vários grupos políticos, de uma declaração que considera «inadmissível que o Estado português mantenha uma lei desumana e cruel para as mulheres».
Tanto o médico acusado como as sete mulheres escusaram-se a prestar declarações, o mesmo sucedendo com os seus advogados, atitude que vão manter quer em tribunal, quer perante a comunicação social.
A preceder a sessão, numerosas associações cívicas, sindicais e partidos, designadamente o PCP e a JCP, concentraram-se frente ao tribunal, solidarizando- se com as sete mulheres e exigindo a despenalização da prática até às 12 semanas.
Em nota à imprensa, a DORAV do PCP expressou o seu apoio às mulheres, considerando o julgamento como uma vergonha para Portugal, enquanto no Parlamento Europeu, a deputada Ilda Figueiredo promoveu a subscrição, entre vários grupos políticos, de uma declaração que considera «inadmissível que o Estado português mantenha uma lei desumana e cruel para as mulheres».