António Abreu desmente vereador do PS
O membro da Comissão Política do PCP António Abreu desmentiu as afirmações proferidas ao Expresso pelo vereador do PS na Câmara Municipal de Sintra, Rui Pereira. O autarca do PS acusou António Abreu de, como administrador da sociedade Parques de Sintra – Montes da Lua, ter pedido uma «secretária, um Mercedes e um motorista» e de auferir um vencimento de 1500 contos. O dirigente do PCP rejeita as acusações e lembra que quando a empresa foi criada (momento em que se fixaram os vencimentos), em Setembro de 2000, o vereador Rui Pereira votou favoravelmente o valor dos montantes a pagar. Quanto a António Abreu, não se encontrava na empresa nessa altura.
António Abreu esclareceu ainda que desde sempre que expressou a sua discordância com os vencimentos e com a gama de carro atribuídos, tendo inclusivamente enviado no início de Outubro uma carta ao presidente da autarquia, Fernando Seara, expressando a sua opinião. Na missiva, António Abreu expressava a sua convicção de que os valores pagos quer às funções de «administração executiva quer à de directores desta empresa devem ser mais baixos». «Também não concordo com a gama de carros praticada para essas funções, defendendo que devem ser inferiores às que me foram propostas», defendeu então. Abreu insistia «na redução de remunerações e regalias previstas no quadro de uma política de contenção de custos que actualmente estão muito acima dos proveitos gerados».
No seu esclarecimento sobre as declarações do vereador do PS, o dirigente do PCP lembra ainda que enquanto não forem satisfeitas estas reivindicações, continuará, como tem feito até aqui, a deslocar-se para a sociedade de transporte público ou no carro de um colega.
António Abreu condena ainda a violação «das mais elementares regras deontológicas» por parte do jornalista do Expresso, que não tentou ouvir a sua opinião sobre este assunto.
António Abreu esclareceu ainda que desde sempre que expressou a sua discordância com os vencimentos e com a gama de carro atribuídos, tendo inclusivamente enviado no início de Outubro uma carta ao presidente da autarquia, Fernando Seara, expressando a sua opinião. Na missiva, António Abreu expressava a sua convicção de que os valores pagos quer às funções de «administração executiva quer à de directores desta empresa devem ser mais baixos». «Também não concordo com a gama de carros praticada para essas funções, defendendo que devem ser inferiores às que me foram propostas», defendeu então. Abreu insistia «na redução de remunerações e regalias previstas no quadro de uma política de contenção de custos que actualmente estão muito acima dos proveitos gerados».
No seu esclarecimento sobre as declarações do vereador do PS, o dirigente do PCP lembra ainda que enquanto não forem satisfeitas estas reivindicações, continuará, como tem feito até aqui, a deslocar-se para a sociedade de transporte público ou no carro de um colega.
António Abreu condena ainda a violação «das mais elementares regras deontológicas» por parte do jornalista do Expresso, que não tentou ouvir a sua opinião sobre este assunto.