ID crítica política neoliberal
A Associação Intervenção Democrática (ID) reuniu, na passada semana, em Assembleia Geral, para discutir e votar o Relatório e Contas, assim como para aprovar o Plano de Actividades para 2003.
Durante o encontro, a ID fez a análise da situação política tendo constatado que, a nível nacional, a actualidade continua dominada pela acção «nefasta» do Governo de direita. «O País está confrontado com uma acção estruturada que visa a destruição da democracia social e a sua substituição por um regime neoliberal, naturalmente deliberado pelos interesses do capital, com uma democracia formal e social enfraquecida», denuncia a ID, em nota dirigida ao Avante!.
Em apenas um ano de vida, continua a associação, «o Governo de Durão Barroso agravou a situação económica do País. A política de submissão ao Pacto de Estabilidade, que contou com o apoio do PS, facilitou a redução drástica do investimento público, quando a quebra do investimento privado impunha que o Governo seguisse o caminho oposto».
Como se não bastasse, «o Governo avançou em simultâneo com medidas de cariz neoliberal, lesivas aos interesses da esmagadora maioria dos portugueses e que correspondem a um grave retrocesso dos direitos sociais conquistados nos últimos trinta anos, nomeadamente quanto ao pacote laboral, à privatização dos serviços de saúde, à alteração da lei de Bases de Segurança Social e ao crescente aumento dos preços de bens essenciais», sublinha a ID.
A luta dos trabalhadores
A Intervenção Democrática vê, ainda, com apreensão o comportamento de alguns órgãos de comunicação social que são, na generalidade, propriedade de grupos económicos financeiros.
Sobre o Presidente da República, a ID entende que no respeitante às normas constitucionais, «deveria ser mais activo e oportuno face às políticas sociais muito gravosas praticadas pelo Governo e, também, quanto à atitude do primeiro-ministro no apoio concedido aos EUA no desencadear da invasão ilegal e ilegítima do Iraque e praticada à revelia das Nações Unidas».
No final do documento, a Associação Intervenção Democrática salienta a actuação do movimento sindical, nomeadamente da CGTP, que tem apoiado os milhares de trabalhadores vítimas de despedimentos colectivos, de destruição de unidades de produção e do agravamento das condições de trabalho. «A ID congratula-se pelas constantes manifestações de trabalhadores organizadas contra a política governamental e que tem congregado em todo o País centenas de milhares de trabalhadores de todos os sectores económicos».
Durante o encontro, a ID fez a análise da situação política tendo constatado que, a nível nacional, a actualidade continua dominada pela acção «nefasta» do Governo de direita. «O País está confrontado com uma acção estruturada que visa a destruição da democracia social e a sua substituição por um regime neoliberal, naturalmente deliberado pelos interesses do capital, com uma democracia formal e social enfraquecida», denuncia a ID, em nota dirigida ao Avante!.
Em apenas um ano de vida, continua a associação, «o Governo de Durão Barroso agravou a situação económica do País. A política de submissão ao Pacto de Estabilidade, que contou com o apoio do PS, facilitou a redução drástica do investimento público, quando a quebra do investimento privado impunha que o Governo seguisse o caminho oposto».
Como se não bastasse, «o Governo avançou em simultâneo com medidas de cariz neoliberal, lesivas aos interesses da esmagadora maioria dos portugueses e que correspondem a um grave retrocesso dos direitos sociais conquistados nos últimos trinta anos, nomeadamente quanto ao pacote laboral, à privatização dos serviços de saúde, à alteração da lei de Bases de Segurança Social e ao crescente aumento dos preços de bens essenciais», sublinha a ID.
A luta dos trabalhadores
A Intervenção Democrática vê, ainda, com apreensão o comportamento de alguns órgãos de comunicação social que são, na generalidade, propriedade de grupos económicos financeiros.
Sobre o Presidente da República, a ID entende que no respeitante às normas constitucionais, «deveria ser mais activo e oportuno face às políticas sociais muito gravosas praticadas pelo Governo e, também, quanto à atitude do primeiro-ministro no apoio concedido aos EUA no desencadear da invasão ilegal e ilegítima do Iraque e praticada à revelia das Nações Unidas».
No final do documento, a Associação Intervenção Democrática salienta a actuação do movimento sindical, nomeadamente da CGTP, que tem apoiado os milhares de trabalhadores vítimas de despedimentos colectivos, de destruição de unidades de produção e do agravamento das condições de trabalho. «A ID congratula-se pelas constantes manifestações de trabalhadores organizadas contra a política governamental e que tem congregado em todo o País centenas de milhares de trabalhadores de todos os sectores económicos».