Reformados exigem aumento de pensões
Milhares de reformados de todo o país levaram no sábado até ao Parque Eduardo VII, em Lisboa, juntamente com o farnel a contestação à política social para os idosos.
Promovido pela Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI), pela primeira vez em colaboração com a Inter-Reformados/CGTP-IN, o 9.º Piquenição Nacional, segundo Fernando Servo, vice-presidente do MURPI, cumpriu o seu objectivo: «Conviver e debater as questões que afectam os reformados portugueses».
Durante a iniciativa, os reformados aposentados, pensionistas e idosos aprovaram, por unanimidade, uma moção exigindo que o aumento das pensões mínimas, agora anunciado pelo Governo, seja retroactivo a Dezembro de 2002. O documento reclama ainda um aumento intercalar de todas as pensões, incluindo as da função pública, «para a reposição do poder de compra perdido depois do último aumento».
No mesmo documento, os reformados reivindicam um atendimento prioritário e menos burocrático a idosos e deficientes nos serviços de saúde, insistem no alargamento da lista de doenças crónicas e na gratuitidade dos medicamentos, propõem a criação de serviços de geriatria nos centros de saúde e nos hospitais e descontos de 50 por cento em todos os transportes colectivos públicos.
Debatidas as reivindicações, o resto do dia ficou reservado ao convívio. Mais de 50 grupos de cantares, ranchos folclóricos e poetas populares subiram ao palco montado para o efeito, enquanto os comensais davam um «pezinho de dança» entre as sandes e as bebidas frescas.
Promovido pela Confederação Nacional de Reformados, Pensionistas e Idosos (MURPI), pela primeira vez em colaboração com a Inter-Reformados/CGTP-IN, o 9.º Piquenição Nacional, segundo Fernando Servo, vice-presidente do MURPI, cumpriu o seu objectivo: «Conviver e debater as questões que afectam os reformados portugueses».
Durante a iniciativa, os reformados aposentados, pensionistas e idosos aprovaram, por unanimidade, uma moção exigindo que o aumento das pensões mínimas, agora anunciado pelo Governo, seja retroactivo a Dezembro de 2002. O documento reclama ainda um aumento intercalar de todas as pensões, incluindo as da função pública, «para a reposição do poder de compra perdido depois do último aumento».
No mesmo documento, os reformados reivindicam um atendimento prioritário e menos burocrático a idosos e deficientes nos serviços de saúde, insistem no alargamento da lista de doenças crónicas e na gratuitidade dos medicamentos, propõem a criação de serviços de geriatria nos centros de saúde e nos hospitais e descontos de 50 por cento em todos os transportes colectivos públicos.
Debatidas as reivindicações, o resto do dia ficou reservado ao convívio. Mais de 50 grupos de cantares, ranchos folclóricos e poetas populares subiram ao palco montado para o efeito, enquanto os comensais davam um «pezinho de dança» entre as sandes e as bebidas frescas.