Desfile nacional fecha semana de luta
Os trabalhadores do sector público de França iniciaram a semana com novas greves e manifestações, em defesa das pensões de reforma e do serviço público, e vão terminá-la com um desfile nacional, dos sectores público e privado, convocado para domingo, 25, pelas principais centrais sindicais.
Na segunda-feira, 19, em Paris, ao fim da manhã, desfilaram pelas ruas cerca de 100 mil pessoas, destacando-se um grande número de docentes e trabalhadores da saúde. Presentes estavam ainda trabalhadores dos ministérios dos impostos, do equipamento, dos transportes e alfândegas e dos hospitais, marchando lado a lado com funcionários dos Correios, da France Telecom, dos caminhos de ferro franceses, do Banco de França, entre outros.
Fortes protestos registaram-se em várias noutras cidades do país, como em Toulon, onde 30 mil pessoas saíram à rua; no Havre, dez mil; em Nice, 15 mil; e em Perpignan e Tarbes, dez mil em cada. Ao todo, estimam os organizadores, ter-se-ão manifestado cerca de 850 mil pessoas.
A greve teve particulares efeitos no ensino, onde a mobilização é dirigida não apenas em defesa dos direitos na reforma, mas também contra os planos de descentralização das escolas, que visa transferir para os municípios cerca de 150 mil agentes do Estado e a redução do seu número global. Segundo os sindicatos, no ensino primário ter-se-á registado uma adesão média de 75 por cento em 37 departamentos territoriais.
Na segunda-feira, 19, em Paris, ao fim da manhã, desfilaram pelas ruas cerca de 100 mil pessoas, destacando-se um grande número de docentes e trabalhadores da saúde. Presentes estavam ainda trabalhadores dos ministérios dos impostos, do equipamento, dos transportes e alfândegas e dos hospitais, marchando lado a lado com funcionários dos Correios, da France Telecom, dos caminhos de ferro franceses, do Banco de França, entre outros.
Fortes protestos registaram-se em várias noutras cidades do país, como em Toulon, onde 30 mil pessoas saíram à rua; no Havre, dez mil; em Nice, 15 mil; e em Perpignan e Tarbes, dez mil em cada. Ao todo, estimam os organizadores, ter-se-ão manifestado cerca de 850 mil pessoas.
A greve teve particulares efeitos no ensino, onde a mobilização é dirigida não apenas em defesa dos direitos na reforma, mas também contra os planos de descentralização das escolas, que visa transferir para os municípios cerca de 150 mil agentes do Estado e a redução do seu número global. Segundo os sindicatos, no ensino primário ter-se-á registado uma adesão média de 75 por cento em 37 departamentos territoriais.