I&D não precisa do SIFIDE
No dia 22, Alfredo Maia criticou a proposta do Governo para prorrogar por mais um ano o regime do SIFIDE, benefício fiscal em sede de IRC que deduz despesas com investigação e desenvolvimento (I&D), criado como medida temporária em 1997, e que «subtraiu ao OE, só entre 2018 e 2024, mais de 3,7 milhões de euros».
Para o PCP, assinalou, as opções do País não podem ficar reféns do capital privado, particularmente através de um regime que não só «não cumpre o propósito de aumentar a despesa com actividades de I&D em benefício da sociedade», como «foi referenciado pela AT por fraudes generalizadas».




