Centros de Trabalho são espaços de militância e contacto com as populações
O Avante! dá continuidade ao trabalho de publicação de elementos referentes a Centros de Trabalho do PCP, espaços de dinamização da actividade partidária e de ligação às comunidades onde se inserem.
Na sua diversidade, os CT reflectem a intervenção do Partido em cada local, sempre junto das massas
Como verdadeiras «casas do Partido», os Centros de Trabalho (CT) são espaços com diferentes dinâmicas: são espaços de trabalho para dezenas ou centenas de camaradas, que têm nos CT a base da sua actividade militante; são espaços de preparação de campanhas, recolha de assinaturas para abaixo-assinados, pintura de faixas e reuniões; e são, claro, elos que permitem a ligação do PCP com as populações.
Na sua diversidade, reflectem, também, a própria diversidade da intervenção do Partido, que difere de contexto para contexto, mas que tem sempre na acção junto dos trabalhadores e do povo a sua prioridade.
No distrito de Beja, os camaradas dão nota, neste momento de preparação do XXII Congresso, de uma particular dinamização dos CT, que acolheram dezenas de plenários e outras iniciativas. Para tal, referem, tomaram-se medidas específicas, como uma jornada de arrumação e limpeza no CT da Cabeça Gorda.
Os camaradas lembram os muitos CT no distrito que se encontram abertos diariamente, como os de Pias, Serpa, Ervidel, Beringel e Aljustrel (onde recentemente se realizou um almoço-convívio), bem como CT que acolhem iniciativas abertas à comunidade, como o magusto em Beja ou o lanche-convívio em Panoias.
No distrito de Évora, os camaradas valorizam a existência de 13 CT em funcionamento, destacando o de Évora, sede das respectivas comissão concelhia e direcção regional, como um importante espaço de contacto com os trabalhadores e população, e de venda do Avante! e de livros das Edições Avante!.
Os camaradas dão, ainda, nota do CT de Montemor-o-Novo, que sofreu um processo de requalificação e valorização do exterior do edifício, e do de Vendas Novas, onde, particularmente aos fins-de-semana, são dinamizados convívios, debates, lançamentos de livros, entre outras iniciativas.
Em Setúbal, os camaradas informam que o CT acolhe, regularmente, diversas iniciativas de ligação à comunidade, dando particular destaque às «Conversas mais Avante!», iniciadas em 2022, e que decorrem no último sábado de cada mês, associando exposições a expressões artísticas diversas (música, dança ou poesia), momentos de convívio e conversas sobre diferentes temáticas (do Manifesto do Partido Comunista à arte mural no pós-25 de Abril).
Também aqui realizam-se, anualmente, um churrasco no 1.º de Maio, jantares comemorativos dos aniversários do PCP e da Revolução de Outubro, e, no final do ano, a Feira do Livro Desalinhado (que conta sempre com a apresentação de três livros).
Os camaradas da região de Viseu dão como exemplo o CT de Lamego, onde, por altura do centenário do Partido, foram realizadas obras de melhoramento, garantindo um novo impulso à sua actividade.
Neste momento, o espaço do CT está preparado para receber convívios e reuniões, podendo acolher dezenas de camaradas e amigos, tendo-se criado um grupo de trabalho para a sua dinamização.
Em Vila Real, os camaradas dão nota de um CT com vista para a serra do Alvão, constituindo um ponto de visita de militantes e amigos de outras regiões. O CT é espaço de trabalho mas, também, de convívio e de interesse para os jovens que por ali passam. Estão já planeadas jornadas de arrumação e organização do seu arquivo documental, bem como projecções de filmes seguidas de debates.
No mesmo distrito, em Chaves, a história do CT confunde-se com a do 25 de Abril, com um espaço aberto desde Novembro de 1974, e que, em 1975, foi defendido de ameaças reaccionárias. Ao longo dos anos, o CT tem sofrido obras de melhoramento, mantendo uma ligação quer à população (com frequentes convívios e iniciativas políticas), como aos militantes de todo o Alto Tâmega.
No distrito da Guarda, os camaradas informam que têm procurado revitalizar três CT, através de iniciativas como convívios, almoços, lanches e magustos. É o caso de Seia, onde se organizam convívios ao longo do ano, nomeadamente por altura do aniversário do Partido; Gouveia, que organiza anualmente um magusto, e onde se tem procurado usar a fachada para afirmação da mensagem e actividade do PCP; e da Guarda, local de lanches no encerramento de cada campanha eleitoral, e onde se têm vindo a realizar iniciativas, de forma a dar-lhe nova vida e a tratar da sua manutenção.
No distrito de Bragança, os camaradas dão conta dos dois CT na região. Em Mirandela, a bandeira do Partido marca posição no centro da cidade, num edifício histórico, da autoria do arquitecto Albino Mendo, onde se realizam diversas reuniões e lanches-convívio com militantes e amigos.
Por seu lado, em Bragança, no coração do Bairro da Mãe d’Água, o CT é um lugar de debate e convívio, onde, durante todo o ano, camaradas e amigos contam com os habituais lanche de aniversário do PCP, almoço de celebração do 1.º de Maio, magusto e convívio da Festa do Avante!.
Por fim, nos Açores, os camaradas da região referem a existência de três CT, nas ilhas de São Miguel, Terceira e Faial. Nos três, o Partido tem realizado acções regulares (como iniciativas comemorativas do seu aniversário e do 25 de Abril), e tem-se avançado na melhoria das instalações. Quanto a este aspecto, dão nota da aquisição de um CT junto ao Largo da República (no Faial), e de obras de renovação no CT da Terceira, para proporcionar melhores condições para convívios e outras iniciativas.
Exemplos não faltam de Centros de Trabalho por todo o País, que, sendo diferentes entre si, e estando inseridos em comunidades com aspectos muito diversificados, são espaços de trabalho para inúmeros militantes, e locais que dignificam a actividade e influência do Partido junto das massas.