Greve de 24 horas na Silopor

Os trabalhadores da Silopor pararam, ontem, para exigir a integração de precários nos quadros da empresa, a valorização dos salários e a revisão do Acordo de Empresa. O Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP/CGTP-IN), que convocou a luta, explicou que um despacho do Ministério das Finanças que fixa o aumento da massa salarial (onde se incluem as promoções e o pagamento extra do trabalho suplementar) em apenas cinco por cento. Essa limitação é «inaceitável», e deve haver uma valorização salarial que inverta a tendência de perda de poder de compra, apesar dos resultados sucessivamente positivos que a Silopor tem apresentado.

A integração dos mais de 20 pessoas contratadas através de empresas de trabalho temporário, algumas dos quais a prestar serviço diariamente na Silopor desde 2019, é outra das exigências dos trabalhadores, que pretendem também negociar a revisão do Acordo de Empresa, garantindo uma «maior e mais célere progressão na carreira».

Isabel Camarinha, Secretária-Geral da CGTP-IN, esteve presente num piquete de greve no silo da empresa, na Trafaria, durante a manhã. De tarde, os trabalhadores iriam deslocar-se ao Ministério das Finanças.

 



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