Aumentos das reformas insuficientes e em atraso
O PCP reagiu, no início da semana, 17, ao anúncio das medidas do Governo sobre o aumento do valor das pensões de reforma. Numa mensagem divulgada em vídeo nos canais próprios do Partido, Fernanda Mateus, da Comissão Política, começou por sublinhar que «a luta dos reformados vale a pena» e que é «determinante para continuar a lutar pela reposição do seu poder de compra e pelo direito de viverem uma velhice com qualidade de vida e dignidade».
As medidas agora anunciadas pelo Governo em matéria de pensões, afirmou, «não só estão atrasadas, muito atrasadas, como são manifestamente insuficientes». Segundo a dirigente comunista, a reposição do poder de compra e a possibilidade de viver uma velhice com qualidade de vida e dignidade são elementos essenciais para os reformados.
Para o PCP, é necessário garantir um aumento intercalar de 9,1 por cento nas pensões, com um aumento mínimo de 60 euros a ser aplicado desde de Janeiro deste ano. A par da intervenção do Partido em matéria de intervenção institucional, é necessário percorrer um caminho de luta pelo «bem-estar e a qualidade de vida daqueles que trabalharam uma vida e descontaram para a Segurança Social», o que também é «uma questão para o desenvolvimento social do País que se impõe», reafirmou.