Presente e futuro para o Arsenal do Alfeite

No Arsenal do Alfeite, em Almada, ocorreram jornadas de luta nos dias 17 e 18, «por uma actualização salarial que permita repor poder de compra, pela admissão de mais trabalhadores, pela modernização e reequipamento do Estaleiro e pelo desbloqueamento da situação de 45 trabalhadores», cuja progressão na carreira está congelada desde 2018 «por inacção do Governo».

Os objectivos foram explicados numa nota conjunta da Comissão de Trabalhadores e do Sindicato dos Trabalhadores Civis das Forças Armadas e Empresas de Defesa (Steffas/CGTP-IN).

Numa manhã a que não faltaram os aguaceiros, um numeroso grupo de trabalhadores reuniu-se, em plenário, junto do portão verde, o principal acesso à Base Naval de Lisboa e ao Arsenal, e deslocou-se depois para a praça central do Laranjeiro. Na Praça da Portela intervieram os coordenadores da CT e do sindicato (António Pereira e Alexandre Plácido). Usaram também da palavra Luís Leitão (coordenador da União dos Sindicatos de Setúbal), Andreia Araújo (da Comissão Executiva da CGTP-IN), Luís Palma (presidente da Junta da União das Freguesias de Laranjeiro e Feijó) e Bruno Dias, dirigente e deputado do PCP.

No dia 18, os trabalhadores aderiram à greve nacional da Administração Pública.

 



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