Sector social em greve por valorização salarial
Os trabalhadores das misericórdias, IPSS e mutualidades não se conformam com os baixos salários e a retirada de direitos, como demonstraram no dia 21, na forte adesão à greve e em várias concentrações.
Os trabalhadores das misericórdias, IPSS e mutualidades não se conformam com os baixos salários e a retirada de direitos, como demonstraram no dia 21, na forte adesão à greve e em várias concentrações.
A luta em curso contra a exploração e por melhores condições de vida e de trabalho requer «uma maior e melhor organização dos trabalhadores», afirma-se na Resolução do 23.º Encontro Nacional de CT.
Os trabalhadores das misericórdias, IPSS e mutualidades não se conformam com os baixos salários e a retirada de direitos, como demonstraram no dia 21, na forte adesão à greve e em várias concentrações.
A luta em curso contra a exploração e por melhores condições de vida e de trabalho requer «uma maior e melhor organização dos trabalhadores», afirma-se na Resolução do 23.º Encontro Nacional de CT.