Arranca hoje a 38.ª edição do Festival de Teatro do Seixal
A 38.ª edição do Festival de Teatro do Seixal – entre 11 de Novembro e 4 de Dezembro – propõe o regresso ao extraordinário: ao sonho, à luta e aos mais altos desejos e aspirações da alma humana.
A melhor arte dramática que se faz no território nacional
A iniciativa acolhe novamente a melhor arte dramática que se faz no território nacional, com a participação de companhias locais e de todo o País.
«Festival», da Mala Voadora (Porto), escrita por Jorge Andrade, a partir de «Sum», de David Eagleman, ultimo espectáculo de uma trilogia em torno da ideia de felicidade, abre o certame: hoje, 11, no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal. A acção decorre num escritório, onde se encontram quatro pessoas que se dedicam a imaginar o que poderá ser a vida depois da morte, sendo que o seu profissionalismo passa pela sua capacidade especulativa.
A programação prossegue no sábado, 13, com «Amílcar Geração», do Projecto Teatral Paralelo20, com produção da Culturproject, na Sociedade Filarmónica União Arrentelense.
No domingo, 14, sobe ao palco da Associação de Moradores dos Redondos, a peça «Refúgio», do Teatro e Marionetas de Mandrágora. Destaque ainda para «Anastácia & C.ª», do colectivo Pé de Palco, a 18 de Novembro, no Ginásio Clube de Corroios, e «Duas peças de xadrez», dia 19, pelo Centro de Experimentação Artística da Câmara Municipal da Moita, no Cinema S. Vicente.
«A coragem de minha mãe» (dia 20), pelos Artistas Unidos, no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal; «A solidão das horas» (dia 25), pel'O Grito, no Clube Recreativo da Cruz de Pau (Amora); «Memórias de uma falsificadora» (dia 26), pela Horta – Produtos Culturais, uma produção conjunta deste grupo, com o S. Luiz Teatro Municipal e a Truta, na Sociedade Filarmónica Operária Amorense, são outras peças anunciadas.
«Damas da Noite», uma farsa de Elmano Sancho (dia 27), no auditório do Fórum Cultural do Seixal; «Menecma ou o Efeito de Mandela» (2 de Dezembro), no Auditório Municipal de Miratejo; «AUX» (dia 3), pelo Animateatro, no Auditório do Pavilhão Municipal do Alto do Moinho (Corroios), completam o programa.
«A última refeição», do Teatro da Terra (Seixal), encerra a 38.ª edição do Festival, uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal do Seixal. «Helena dispõe os ingredientes sobre a banca e deita mãos à obra: preparar uma última refeição para Bert (Bertolt Brecht). Escolheu fazer-lhe frango na púcara com temperos à “Mãe Coragem”». Assim começa este monólogo interpretado por Maria João Luís, escrito por António Cabrita e encenado por António Pires.
Todos os espectáculos começam às 21h30, excepto a peça «Refúgio», que acontece às 16h00. Mais informações em www.cm-seixal.pt/festival-de-teatro-do-seixal/2021/festival-de-teatro-do-seixal.