Firmes na luta pelo emprego

Contra o despedimento colectivo em curso e a destruição de emprego na Altice Portugal, a frente sindical e a CT da MEO decidiram realizar concentrações junto da sede da empresa, nas Picoas, à quarta-feira, durante o mês de Outubro. Acções semelhantes foram marcadas também para hoje, no Porto (Tenente Valadim) e em Coimbra (Calhabé) e amanhã, em Portimão e Faro.

Mais de uma centena de trabalhadores do Instituto de Segurança Social, contratados através de empresas de trabalho temporário, estão de novo sob ameaça de despedimento, por inércia dos responsáveis do ISS e por falta de vontade do Governo para acabar com a precariedade, acusou a Federação da Função Pública (FNSTFPS). Para hoje, às 12 horas, está marcada uma concentração frente à sede do ISS, para exigir integração destes trabalhadores no mapa de pessoal do instituto e a sua continuação em funções, até assinarem contratos em funções públicas.

Para sábado, dia 22, está marcada uma marcha dos trabalhadores da Saint-Gobain Sekurit, contra o encerramento da fábrica e em defesa dos postos de trabalho. Às 15 horas, a marcha sai do Largo José Saramago (Campo das Cebolas) para a Praça Luís de Camões, para exigir do Ministério da Economia medidas para viabilização de produção alternativa nas instalações industriais que a multinacional pretende abandonar.

Trabalhadores dos bares e cantinas do Instituto Politécnico do Porto manifestaram-se no dia 19, de manhã, junto ao pólo de Vila do Conde do IPP, exigindo a reabertura daqueles equipamentos, encerrados desde Abril. No mais recente concurso, a empresa que iria começar a explorar o serviço no dia 1 acabou por desistir, alegando falta de condições das instalações.
O Sindicato da Hotelaria do Norte acusa os responsáveis do IPP de «falta de responsabilidade social» e «incompetência», prejudicando os 19 trabalhadores (que estão sem salários desde Abril e só pela luta desenvolvida conseguiram a atribuição de subsídio de desemprego) e os alunos e demais utentes.

 



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