João Ferreira é o melhor para quem trabalha
PRESIDENCIAIS Em contacto com trabalhadores e feirantes, anteontem, João Ferreira defendeu a necessidade de garantir o respeito pelos seus direitos.
Fará diferença ter um Presidente que leve a sério a Constituição
Num dia que terminou com uma sessão pública em Espinho, na qual foram divulgados vários apoios à candidatura de João Ferreira e reafirmado, pelo próprio, que sem o direito à saúde, à educação, ao trabalho com direitos, à cultura, à habitação, não podemos falar de desenvolvimento e tão pouco de democracia, o candidato à Presidência da República contactou, durante o dia, com trabalhadores e feirantes.
À porta da fábrica da Nestlé em Avanca, Estarreja, João Ferreira sublinhou que a sua candidatura assume de corpo inteiro a justa e necessária valorização dos salários de todos os trabalhadores, bem como o respeito escrupuloso dos seus direitos, de resto, tal como consagrado na Constituição.
Antes, o candidato que concorre à chefia do Estado sob o lema «Coragem e confiança – um horizonte de esperança», ouviu de viva voz as reivindicações dos representantes da Associação dos Profissionais Itinerantes Certificados (APIC).
Na ocasião, João Ferreira realçou a necessidade de ter em conta as especificidades deste sector e assegurar a retoma da respectiva actividade.
Para tal, acrescentou, são fundamentais apoios à beneficiação de recintos de feiras e mercados, privilegiando a salvaguarda das adequadas condições de higiene, saúde e segurança face à situação epidémica.
Defender a democracia
O dia de terça-feira começou, porém, com uma reunião com a Associação Nacional de Municípios, em Coimbra. Ocasião para João Ferreira reiterar o compromisso da sua candidatura a Presidente da República (PR) para com a importante conquista da Revolução de Abril que é o Poder Local Democrático.
João Ferreira realçou, por outro lado, que, perante o difícil momento que o povo e o País atravessam, as autarquias, pela sua proximidade às pessoas e aos problemas, foram e têm sido essenciais nas respostas que se impõe.
Nesse sentido, prosseguiu, fará toda a diferença ter um PR que leve a sério o juramento de defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição e a regionalização nela inscrita.
Um processo que não se confunde com a transferência de encargos em curso [para os municípios], mas que, pelo contrário, permitirá libertar todo o potencial do Poder Local Democrático, com os meios e autonomia necessários, salientou ainda.