Organizações apontam à acção

No rescaldo das eleições para o Parlamento Europeu, as estruturas partidárias prosseguem a análise dos resultados e fazem sobressair a necessidade de não fechar para balanço. Antes, apontam o caminho da luta.

São os casos das organizações regionais de Lisboa, Portalegre e Beja, cujas direcções reuniram recentemente e, sem deixar de salientar que a campanha de massas protagonizada pela CDU não teve a justa correspondência em número de votos, e realçando que tal não coloca em causa nem a validade das propostas nem o empenho dos eleitos e activistas na defesa dos interesses do povo e do País, e muito menos a vitalidade do projecto e do colectivo comunista, indicam como fundamental intensificar a intervenção. Desde logo no quadro do sufrágio para a Assembleia da República agendado para 6 de Outubro e em torno de questões gerais e específicas que dizem respeito às condições de vida dos trabalhadores e das populações.

Em Lisboa, a DORL, saudando as lutas na CP, em defesa de direitos e dos serviços públicos na Administração Central e Local, levadas a cabo por trabalhadores e populações, no município de Lisboa ou na Sidul, apela ainda ao empenho no esclarecimento e informação a respeito dos avanços registados por iniciativa e persistência do Partido e da urgência de lhes dar seguimento, mas igualmente em defesa do aumento geral dos salários, incluindo do Salário Mínimo Nacional para os 850 euros, e no combate à alteração para pior da legislação laboral.

No mesmo sentido, também a Direcção da Organização regional de Portalegre do PCP releva positivamente «as lutas em curso e os actores locais que as desenvolvem» - por salários e direitos, em defesa do meio ambiente e da água pública e pela construção e requalificação de importantes infra-estruturas e equipamentos públicos, reafirmando, além do mais, que «os trabalhadores o distrito irão sempre contar com a participação e empenhamento do PCP».

Já a Direcção da Organização Regional de Beja do PCP sublinhou que as últimas décadas, «pese embora os malabarismos dos dirigentes locais, regionais e nacionais do PS e do seu governo minoritário», confirmam que «os problemas nacionais e do distrito não encontram resposta na política de direita e na sujeição aos ditames do grande capital», e revela que, «no âmbito da preparação das eleições para AR, definiu o plano de trabalho a desenvolver».




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