Apapol tem de cumprir o contrato

Uma concentração dos trabalhadores da Apapol, em greve, teve lugar no dia 23, sábado, de manhã, frente ao Mercado de Algés, um dos principais pontos de venda (padaria pastelaria) e sede social da empresa, para exigir o cumprimento do contrato colectivo de trabalho, em especial o direito ao descanso complementar.

Desde Outubro de 2017, persiste uma greve ao trabalho aos sábados, porque a empresa proprietária de uma rede de dezenas de lojas no concelho de Oeiras apenas permite um dia de descanso semanal. Além de exigirem dois dias de descanso por semana, os trabalhadores, organizados no Sintab/CGTP-IN, reclamam também que sejam respeitadas as carreiras e categorias profissionais, e aumentos salariais dignos e não discriminatórios.

No local estiveram representantes do PCP, como noutras jornadas anteriores. O deputado Duarte Alves, numa breve intervenção, reafirmou a solidariedade do Partido para com esta importante luta. Lembrou que, a uma pergunta sobre este caso, feita na AR em 2017 pelo grupo parlamentar comunista, a ACT respondeu que havia algumas irregularidades na Apapol. E informou que, como até agora nada se resolveu, uma nova pergunta foi apresentada no dia 21.

 



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