Faísca da luta na Autoeuropa
«Não podem de forma alguma ser esquecidas as condições e os ritmos de trabalho que os trabalhadores suportam todos os dias em todos os processos manuais nas linhas de produção; os problemas de saúde que se vão agravando, nomeadamente de carácter musculo-esquelécticos, e que exigem a célere recolocação daqueles que são afectados; as justas progressões ou promoções pelas quais reclamam muitos trabalhadores e as condições que os horários de laboração contínua irão sujeitar aqueles que por estes são e serão abrangidos». Por isso «exigem justas compensações e aumentos salariais», alerta-se no boletim da célula do PCP na Autoeuropa.
«É isto que estará em cima da mesa nas próximas negociações [do caderno reivindicativo], entretanto entregue à empresa, adianta igualmente «O Faísca», que adverte também a administração para que não se iluda quanto ao caminho que os trabalhadores irão percorrer – o da luta – caso não vejam satisfeitas as suas reclamações e direitos.