Pelo pagamento das bolsas

A União dos Sin­di­catos de Se­túbal e o Mo­vi­mento dos Tra­ba­lha­dores De­sem­pre­gados pro­mo­veram, ao início da tarde de sexta-feira, uma con­cen­tração junto ao Centro de Em­prego e For­mação Pro­fis­si­onal da ca­pital do dis­trito, pela re­po­sição das bolsas cor­tadas aos de­sem­pre­gados que fre­quentam cursos de for­mação pro­fis­si­onal.

Luís Leitão, co­or­de­nador da USS e membro da Co­missão Exe­cu­tiva da CGTP-IN, ex­plicou que o des­pacho nor­ma­tivo 6/​2013, de 24 de Maio, veio cortar as bolsas de for­mação aos tra­ba­lha­dores que be­ne­fi­ciam do fundo de de­sem­prego ou do ren­di­mento so­cial de in­serção, em tudo o que ex­ceda 293 euros, in­cluindo os sub­sí­dios de trans­porte (40 euros, li­mite da des­pesa de que os de­sem­pre­gados podem ser res­sar­cidos), de ali­men­tação (98 euros) e de aco­lhi­mento (99 euros).

Uma de­le­gação reuniu-se com a di­rec­tora do Centro, a quem en­tregou uma re­so­lução e da qual re­cebeu a ga­rantia de que os va­lores cor­tados não vão in­cor­rec­ta­mente pre­ju­dicar ou­tros cál­culos, como as de­du­ções re­la­tivas a even­tuais faltas dos for­mandos. Na­quele Centro há ac­tu­al­mente cerca de 1700 de­sem­pre­gados em for­mação, muitos deles afec­tados pelos cortes im­postos no des­pacho nor­ma­tivo 6/​2013.




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