Fechado há um ano

Reabrir o ramal da Lousã

Francisco Lopes esteve no passado dia 30 no distrito de Coimbra a participar numa iniciativa promovida pelo Partido Ecologista «Os Verdes» dedicada à defesa da ferrovia. Em destaque esteve a exigência de reabertura do ramal da Lousã, desafectado e desmantelado há um ano com a promessa da sua substituição pelo Metro do Mondego – cujas obras foram recentemente interrompidas sem que esteja previsto o seu reinício.

Actualmente, o percurso entre Serpins e Coimbra é assegurado por autocarros «alternativos», mas mesmo estes podem ter os dias contados. Foi este transporte que o candidato apanhou em Miranda do Corvo ainda antes das oito da manhã, rumo a Coimbra, onde teve oportunidade de contactar os utentes e de fazer uma breve intervenção na estação de Coimbra A. O candidato comunista esteve ainda reunido com a Comissão de Utentes do Ramal da Lousã.

O candidato fez suas as reclamações populares e exigiu a reposição da linha, electrificada, de forma a que seja garantido o serviço de caminho-de-ferro «em boas condições» que permita a mobilidade das populações daquela região. A substituição da ferrovia convencional pelo Metro do Mondego é já de si de duvidosa valia, uma vez que desliga aquele ramal da rede ferroviária nacional, ao mesmo tempo que inviabiliza a possibilidade do transporte de mercadorias, componente fundamental para o desenvolvimento regional. Tanto para «Os Verdes» como para o candidato a remoção de toda a estrutura de carris de ferro do ramal, a suspensão ad aeternum das obras do Metro e a não garantia de continuidade dos autocarros que têm feito a ligação entre Serpins e Coimbra constitui mais uma machadada nas acessibilidades e no desenvolvimento do interior.

Em seguida, Francisco Lopes visitou as hortas urbanas no Bairro do Lingote, em Coimbra, um projecto do pelouro da CDU na Câmara Municipal.



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