Resistir ao despedimento
O PCP está solidário com os trabalhadores abrangidos pelo despedimento colectivo no grupo Estoril-Sol. Em comunicado de 8 de Janeiro, a Comissão Concelhia de Cascais do Partido manifesta o seu apoio a estes 113 trabalhadores, na sua maioria funcionários do Casino Estoril, ao mesmo tempo que repudia a acção tomada pela administração.
Os comunistas lembram que a intenção de despedir 113 trabalhadores foi tomada unilateralmente pela administração do grupo, que apresentou como justificação a perda de receitas. Mas o que não refere, prossegue, no comunicado, a direcção comunista, é que no último relatório e contas disponível (relativo ao terceiro trimestre de 2009), são apresentados lucros superiores a quatro milhões de euros. Do Governo, o PCP pretende saber que medidas pretende tomar para fazer frente a este despedimento colectivo.
Os comunistas apelam ainda aos trabalhadores para que se mantenham unidos em torno do seu sindicato e Comissão de Trabalhadores, de forma a resistirem a «mais este ataque aos seus direitos».
No mesmo dia, também o Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria do Sul, da CGTP-IN, emitiu um comunicado sobre o assunto, no qual afirma serem mais de 130 os trabalhadores abrangidos pelo despedimento. O sindicato considera inaceitável que estes trabalhadores despedidos sejam substituídos por outros, de empresas de trabalho temporário, facto confirmado pelo próprio grupo.
Na opinião da estrutura sindical, a administração do Estoril Sol tem feito uma gestão muito negativa: «nos últimos anos, destruiu 680 postos de trabalho, encerrando o Hotel Estoril Sol, e só no Casino foram 371 trabalhadores despedidos.» Simultaneamente, nos últimos cinco anos, a empresa aumentou em 68 por cento a produtividade, informa o sindicato que considera que os órgãos de soberania têm o dever de intervir nesta questão, já que os casinos são concessões do Estado.
Os comunistas lembram que a intenção de despedir 113 trabalhadores foi tomada unilateralmente pela administração do grupo, que apresentou como justificação a perda de receitas. Mas o que não refere, prossegue, no comunicado, a direcção comunista, é que no último relatório e contas disponível (relativo ao terceiro trimestre de 2009), são apresentados lucros superiores a quatro milhões de euros. Do Governo, o PCP pretende saber que medidas pretende tomar para fazer frente a este despedimento colectivo.
Os comunistas apelam ainda aos trabalhadores para que se mantenham unidos em torno do seu sindicato e Comissão de Trabalhadores, de forma a resistirem a «mais este ataque aos seus direitos».
No mesmo dia, também o Sindicato dos Trabalhadores da Hotelaria do Sul, da CGTP-IN, emitiu um comunicado sobre o assunto, no qual afirma serem mais de 130 os trabalhadores abrangidos pelo despedimento. O sindicato considera inaceitável que estes trabalhadores despedidos sejam substituídos por outros, de empresas de trabalho temporário, facto confirmado pelo próprio grupo.
Na opinião da estrutura sindical, a administração do Estoril Sol tem feito uma gestão muito negativa: «nos últimos anos, destruiu 680 postos de trabalho, encerrando o Hotel Estoril Sol, e só no Casino foram 371 trabalhadores despedidos.» Simultaneamente, nos últimos cinco anos, a empresa aumentou em 68 por cento a produtividade, informa o sindicato que considera que os órgãos de soberania têm o dever de intervir nesta questão, já que os casinos são concessões do Estado.