Disponíveis para a luta
O já tradicional encontro de Natal dos motoristas de mercadorias, promovido pelo PCP, realizou-se no dia 2 de Janeiro. Na ocasião, os participantes – comunistas e trabalhadores sem partido – analisaram a situação que se vive actualmente no sector, marcada, consideram, por uma atitude cada vez mais exploradora do patronato. Devido aos baixos salários praticados, os motoristas vêem-se forçados a fazer horários pesados, pondo muitas vezes a sua vida em risco, bem como a de outros automobilistas.
Em nota de imprensa da Célula dos Transportes de Mercadorias de Coimbra do PCP, de dia 5, destacava-se que o encontro tinha lugar no momento em que decorria o processo de negociação de um novo contrato colectivo entre os sindicatos e a associação patronal (ANTRAM). E lembrava-se que desde 1997 que os sindicatos não chegam a acordo com a ANTRAM «por esta, sentindo o apoio de sucessivos governos de PSD e PS, como se verificou com a aprovação dos códigos do trabalho do patronato, fazer propostas para a perda de direitos e de baixos salários».
Tantos anos passados, a associação patronal continua com a mesma postura, acusa o PCP, «agora agravada com o pedido de caducidade do contrato colectivo de trabalho». Assim, afirmam os comunistas, os patrões do sector tentam «provocar a perda abrupta de direitos». A existência de um contrato colectivo de trabalho é, para o PCP, o melhor «certificado de garantia» com que os motoristas contam.
Entre as propostas avançadas pela ANTRAM para estas negociações, os comunistas destacam, entre outras, a tentativa de retirar o prémio TIR, a isenção de horário, a retirada do pagamento a 200 por cento aos domingos e feriados passados no estrangeiro. Propostas «desumanas» que visam, na prática, «uma maior precariedade, menos descanso, menos salário e mais horas de trabalho».
Os presentes no encontro manifestaram ainda a sua disponibilidade para se empenharem no esclarecimento dos colegas de profissão e para participarem nas acções de luta que os sindicatos reunidos em torno da FECTRANS/CGTP-IN venham a decidir. Para o dia 3 de Abril ficou marcado um novo encontro.
Em nota de imprensa da Célula dos Transportes de Mercadorias de Coimbra do PCP, de dia 5, destacava-se que o encontro tinha lugar no momento em que decorria o processo de negociação de um novo contrato colectivo entre os sindicatos e a associação patronal (ANTRAM). E lembrava-se que desde 1997 que os sindicatos não chegam a acordo com a ANTRAM «por esta, sentindo o apoio de sucessivos governos de PSD e PS, como se verificou com a aprovação dos códigos do trabalho do patronato, fazer propostas para a perda de direitos e de baixos salários».
Tantos anos passados, a associação patronal continua com a mesma postura, acusa o PCP, «agora agravada com o pedido de caducidade do contrato colectivo de trabalho». Assim, afirmam os comunistas, os patrões do sector tentam «provocar a perda abrupta de direitos». A existência de um contrato colectivo de trabalho é, para o PCP, o melhor «certificado de garantia» com que os motoristas contam.
Entre as propostas avançadas pela ANTRAM para estas negociações, os comunistas destacam, entre outras, a tentativa de retirar o prémio TIR, a isenção de horário, a retirada do pagamento a 200 por cento aos domingos e feriados passados no estrangeiro. Propostas «desumanas» que visam, na prática, «uma maior precariedade, menos descanso, menos salário e mais horas de trabalho».
Os presentes no encontro manifestaram ainda a sua disponibilidade para se empenharem no esclarecimento dos colegas de profissão e para participarem nas acções de luta que os sindicatos reunidos em torno da FECTRANS/CGTP-IN venham a decidir. Para o dia 3 de Abril ficou marcado um novo encontro.