Lituânia reconhece prisões secretas
A CIA, agência central de inteligência dos Estados Unidos, manteve pelo menos duas prisões secretas em território da Lituânia, segundo os resultados da investigação da comissão de inquérito parlamentar divulgados, dia 22, naquele país do Báltico.
O trabalho dos deputados lituanos revelou que os serviços secretos nacionais cooperaram com a CIA na abertura de dois centros de detenção, num dos quais estiveram detidos até oito pessoas. Contudo a comissão indica que os principais responsáveis políticos «não foram informados ou foram informados muito superficialmente» da sua existência.
Esta é a segunda equipa parlamentar de inquérito que se debruça sobre o assunto, depois de a anterior ter encerrado a investigação sem chegar a provas conclusivas.
Ficou ainda estabelecido que pelo menos cinco voos foram operados pela CIA na Lituânia entre 2003 e 2006 e que os funcionários das fronteiras foram impedidos de inspeccionar os aparelhos por agentes dos serviços secretos lituanos.
Um porta-voz da presidência afirmou que a actual investigação «confirma as suspeitas» da presisidente lituana, Dalia Grybauskaite, «sobre a existência de instalações secretas de detenção e voos que poderiam ter sido utilizados para transportar prisioneiros».
As revelações já provocaram entretanto a demissão do director dos serviços secretos do país.
O trabalho dos deputados lituanos revelou que os serviços secretos nacionais cooperaram com a CIA na abertura de dois centros de detenção, num dos quais estiveram detidos até oito pessoas. Contudo a comissão indica que os principais responsáveis políticos «não foram informados ou foram informados muito superficialmente» da sua existência.
Esta é a segunda equipa parlamentar de inquérito que se debruça sobre o assunto, depois de a anterior ter encerrado a investigação sem chegar a provas conclusivas.
Ficou ainda estabelecido que pelo menos cinco voos foram operados pela CIA na Lituânia entre 2003 e 2006 e que os funcionários das fronteiras foram impedidos de inspeccionar os aparelhos por agentes dos serviços secretos lituanos.
Um porta-voz da presidência afirmou que a actual investigação «confirma as suspeitas» da presisidente lituana, Dalia Grybauskaite, «sobre a existência de instalações secretas de detenção e voos que poderiam ter sido utilizados para transportar prisioneiros».
As revelações já provocaram entretanto a demissão do director dos serviços secretos do país.