Blair acusado de guerra injustificada
Após a «confissão» do antigo primeiro-ministro britânico, em entrevista à BBC, dia 13, de que, mesmo sabendo que não existiam armas de destruição maciça no Iraque, teria decidido invadir o Iraque, o advogado Giovanni Di Stefano anunciou que pretende processar Tony Blair por violação da Convenção de Genebra de 1957.
O jurista, que teve como cliente Saddam Hussein, dirigiu um requerimento ao governo britânico onde sustenta que Blair violou o direito internacional, envolvendo o seu país numa guerra «não justificada pela necessidade militar e conduzida de maneira ilegal».
As declarações de Blair vieram confirmar que «a verdadeira motivação do ataque contra o Iraque foi o desejo de mudança de regime». Ora, como sublinha o advogado, a Carta das Nações Unidas proíbe este género de práticas e apenas justifica a guerra contra um Estado independente em caso de legítima defesa ou de ameaça clara aos interesses nacionais.
Em Março de 2003, quando o ataque se consumou, as potências agressoras sabiam que o Iraque não tinha nem armas nucleares, nem biológicas ou químicas, nem sequer um míssil capaz de transportar tais cargas.
O jurista, que teve como cliente Saddam Hussein, dirigiu um requerimento ao governo britânico onde sustenta que Blair violou o direito internacional, envolvendo o seu país numa guerra «não justificada pela necessidade militar e conduzida de maneira ilegal».
As declarações de Blair vieram confirmar que «a verdadeira motivação do ataque contra o Iraque foi o desejo de mudança de regime». Ora, como sublinha o advogado, a Carta das Nações Unidas proíbe este género de práticas e apenas justifica a guerra contra um Estado independente em caso de legítima defesa ou de ameaça clara aos interesses nacionais.
Em Março de 2003, quando o ataque se consumou, as potências agressoras sabiam que o Iraque não tinha nem armas nucleares, nem biológicas ou químicas, nem sequer um míssil capaz de transportar tais cargas.