Governo prejudica interesse nacional
A segmentação da TAP tem como objectivo facilitar a privatização, que serve para «satisfazer a gula e o interesse dos grupos económicos nacionais ou estrangeiros», denuncia a célula do Partido na empresa, em comunicado distribuído aos trabalhadores. As alegadas justificações para a segmentação não passam de falsos pretextos, acusam os comunistas.
Para o PCP, a responsabilidade pela decisão de segmentar a empresa é do PSD, que avançou com o processo, criando a empresa de handling (assistência em escala ao transporte aéreo) SPdH, contrariamente ao que havia prometido na campanha eleitoral de 2002. Mas também o PS não escapa às críticas do PCP. Para os comunistas, este partido também tem responsabilidades na matéria. Para além dos desastres passados – que o caso do acordo com a SwissAir é apenas o maior exemplo –, em declarações recentes, responsáveis do PS afirmaram não se opor «à privatização de uma parte do capital da TAP», em coerência aliás com o que defenderam e sustentaram como necessário no passado.
As críticas da célula comunista na transportadora aérea nacional estendem-se também ao Presidente da República. «Esteve mal e não agiu de acordo com a salvaguarda do interesse nacional num cumpriu com as responsabilidades que constitucionalmente lhe estão cometidas», entende o PCP. Esta acusação deve-se ao facto de o Presidente da República ter promulgado o decreto-lei de segmentação da empresa sabendo que o Governo havia ocultado o seu conteúdo e o alcance das medidas preconizadas aos trabalhadores da TAP e às suas organizações representativas. O PCP lembra que a lei das Comissões de Trabalhadores determina que estas estruturas têm o «inalienável direito de acompanhar e participar nos processos de reorganização das respectivas empresas».
Os trabalhadores comunistas consideram que está em curso a maior ofensiva de sempre contra a empresa e os interesses de classe dos trabalhadores e que só a sua unidade e luta podem travar o processo de destruição da TAP, que o PCP sempre combateu.
Para o PCP, a responsabilidade pela decisão de segmentar a empresa é do PSD, que avançou com o processo, criando a empresa de handling (assistência em escala ao transporte aéreo) SPdH, contrariamente ao que havia prometido na campanha eleitoral de 2002. Mas também o PS não escapa às críticas do PCP. Para os comunistas, este partido também tem responsabilidades na matéria. Para além dos desastres passados – que o caso do acordo com a SwissAir é apenas o maior exemplo –, em declarações recentes, responsáveis do PS afirmaram não se opor «à privatização de uma parte do capital da TAP», em coerência aliás com o que defenderam e sustentaram como necessário no passado.
As críticas da célula comunista na transportadora aérea nacional estendem-se também ao Presidente da República. «Esteve mal e não agiu de acordo com a salvaguarda do interesse nacional num cumpriu com as responsabilidades que constitucionalmente lhe estão cometidas», entende o PCP. Esta acusação deve-se ao facto de o Presidente da República ter promulgado o decreto-lei de segmentação da empresa sabendo que o Governo havia ocultado o seu conteúdo e o alcance das medidas preconizadas aos trabalhadores da TAP e às suas organizações representativas. O PCP lembra que a lei das Comissões de Trabalhadores determina que estas estruturas têm o «inalienável direito de acompanhar e participar nos processos de reorganização das respectivas empresas».
Os trabalhadores comunistas consideram que está em curso a maior ofensiva de sempre contra a empresa e os interesses de classe dos trabalhadores e que só a sua unidade e luta podem travar o processo de destruição da TAP, que o PCP sempre combateu.