Situação social degrada-se
A Comissão Concelhia de Setúbal, reunida no sábado passado para analisar a situação social, laboral e política do concelho, teceu duras críticas à política do Governo, que penaliza não apenas as camadas mais desprotegidas da população, mas também as camadas intermédias e os micro e pequenos empresários.
A Concelhia do PCP está, porém, particularmente preocupada com a situação laboral do concelho, onde os desempregados vão além dos 7 mil, e chama a atenção para a Lisnave/Gestenave (cerca de 4 mil trabalhadores), agora confrontada com a tentativa de dissolução da Gestenave, o que, a concretizar-se, poria em causa o protocolo de 1997 e o emprego de centenas de trabalhadores. E enquanto o Governo mantém a intenção de privatizar a Portucel, na Merloni acentuam-se as medidas repressivas: discriminação salarial de trabalhadores em regime de trabalho temporário, proibição de fumar e de usar telemóvel, tentativa de impor um regulamento sobre alcoolémia... Agravam-se, ainda, as situações de precariedade nas empresas do concelho, designadamente na PT, CTT e TST, e tenta-se de forma generalizada impor salários baixos.
A Concelhia do PCP sublinha a acção positiva das autarquias de maioria CDU e destaca como favoráveis as medidas de descentralização de meios e competências para as freguesias - que permitiu uma aproximação dos eleitos aos eleitores e a resolução mais rápida dos problemas -, e o resgate do contrato com a empresa Koch e a integração do município na Amarsul. São medidas que vão contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população, dizem os comunistas, que divulgam, ainda, as grandes prioridades de trabalho da CDU: equilíbrio da situação financeira do município; resolução do problema de limpeza urbana; requalificação da imagem urbana do concelho, dotação de condições para o exercício da actividade dos trabalhadores das autarquias; concretização do Programa Polis, apoio ao movimento associativo e popular; conclusão do Proqual.
A Concelhia do PCP está, porém, particularmente preocupada com a situação laboral do concelho, onde os desempregados vão além dos 7 mil, e chama a atenção para a Lisnave/Gestenave (cerca de 4 mil trabalhadores), agora confrontada com a tentativa de dissolução da Gestenave, o que, a concretizar-se, poria em causa o protocolo de 1997 e o emprego de centenas de trabalhadores. E enquanto o Governo mantém a intenção de privatizar a Portucel, na Merloni acentuam-se as medidas repressivas: discriminação salarial de trabalhadores em regime de trabalho temporário, proibição de fumar e de usar telemóvel, tentativa de impor um regulamento sobre alcoolémia... Agravam-se, ainda, as situações de precariedade nas empresas do concelho, designadamente na PT, CTT e TST, e tenta-se de forma generalizada impor salários baixos.
A Concelhia do PCP sublinha a acção positiva das autarquias de maioria CDU e destaca como favoráveis as medidas de descentralização de meios e competências para as freguesias - que permitiu uma aproximação dos eleitos aos eleitores e a resolução mais rápida dos problemas -, e o resgate do contrato com a empresa Koch e a integração do município na Amarsul. São medidas que vão contribuir para a melhoria da qualidade dos serviços prestados à população, dizem os comunistas, que divulgam, ainda, as grandes prioridades de trabalho da CDU: equilíbrio da situação financeira do município; resolução do problema de limpeza urbana; requalificação da imagem urbana do concelho, dotação de condições para o exercício da actividade dos trabalhadores das autarquias; concretização do Programa Polis, apoio ao movimento associativo e popular; conclusão do Proqual.