Razões de sobra
A CDU está a distribuir folhetos específicos para os trabalhadores de várias empresas ou sectores. Nestes, para além de se divulgar quem são os candidatos ou apoiantes da coligação aí existentes, realçam-se algumas propostas centrais que são do interesse desses trabalhadores.
Num documento dirigido aos motoristas, lembra-se que foi por proposta ou apoio de PS, PSD e CDS-PP que se aprovaram leis como o Código do Trabalho, o aumento da idade da reforma dos motoristas ou as normas penalizadoras das reformas e pensões. A CDU, por outro lado, fica ligada a projectos (rejeitados) que impedem a penalização nas reformas e pensões em função do limite de idade para o exercício da actividade profissional do trabalhador ou que visam a criação do seguro obrigatório para morte ou incapacidade.
Relativamente aos ferroviários, destaca-se, num documento específico, que os grupos parlamentares do PCP e do PEV desenvolveram nos últimos quatro anos uma «intensa actividade em defesa dos interesses dos trabalhadores e dos ferroviários». Foram esses partidos que «exigiram o fim dos processos disciplinares contra os activistas sindicais» e que denunciaram a violação do Acordo de Empresa da EMEF. Sobre as propostas para o sector, destaca-se a incorporação nas empresas CP, Refer e EMEF da construção, manutenção e exploração de toda a rede ferroviária nacional. O fim das privatizações, concessões e segmentações do sector ferroviário nacional é outra das exigências da coligação.
Também para o sector do táxi, a CDU editou um folheto específico, onde se reafirma a exigência de acabar com o PEC, porque é «uma forma de tributação injusta, que penaliza as micro, pequenas e médias empresas». No documento, a CDU defende que o sector tenha o mesmo tratamento das outras componentes do sistema de transporte público.
Para os trabalhadores do sector financeiro, a coligação compromete-se com uma «evolução positiva nas condições de vida dos trabalhadores» do sector. No documento, reafirma-se a proposta de nacionalização da banca comercial e dos seguros, pois a «moeda e o crédito devem ser assumidos como bens públicos».
Dirigindo-se aos enfermeiros, a CDU lembra a «precariedade, o roubo na aposentação, o congelamento dos salários, a destruição do vínculo público e a lei da mobilidade», ao mesmo tempo que apresenta os nove enfermeiros candidatos, em todo o País, pela coligação.
Aos trabalhadores do Ministério das Finanças, a coligação recorda que foi o grupo parlamentar do PCP a estar, desde a primeira hora, «ao lado dos trabalhadores na luta pela manutenção do vínculo», enquanto que aos trabalhadores da Segurança Social se lembra a transformação de 1700 carreiras em apenas três, com o objectivo de introduzir a «polivalência total». «Só o reforço eleitoral da CDU pode inverter a correlação de forças que tem levado à destruição de direitos em diversas áreas».
Na Carris, uma comissão de apoio à CDU emitiu um comunicado onde alerta os trabalhadores para os perigos que pairam sobre os seus direitos. O decreto-lei que consagra o Certificado de Aptidão Profissional para os motoristas é um novo ataque contra estes trabalhadores, afirma-se. O grupo parlamentar do PCP já chamou este decreto à apreciação parlamentar, mas esta só terá lugar com a nova Assembleia da República.
Num documento dirigido aos motoristas, lembra-se que foi por proposta ou apoio de PS, PSD e CDS-PP que se aprovaram leis como o Código do Trabalho, o aumento da idade da reforma dos motoristas ou as normas penalizadoras das reformas e pensões. A CDU, por outro lado, fica ligada a projectos (rejeitados) que impedem a penalização nas reformas e pensões em função do limite de idade para o exercício da actividade profissional do trabalhador ou que visam a criação do seguro obrigatório para morte ou incapacidade.
Relativamente aos ferroviários, destaca-se, num documento específico, que os grupos parlamentares do PCP e do PEV desenvolveram nos últimos quatro anos uma «intensa actividade em defesa dos interesses dos trabalhadores e dos ferroviários». Foram esses partidos que «exigiram o fim dos processos disciplinares contra os activistas sindicais» e que denunciaram a violação do Acordo de Empresa da EMEF. Sobre as propostas para o sector, destaca-se a incorporação nas empresas CP, Refer e EMEF da construção, manutenção e exploração de toda a rede ferroviária nacional. O fim das privatizações, concessões e segmentações do sector ferroviário nacional é outra das exigências da coligação.
Também para o sector do táxi, a CDU editou um folheto específico, onde se reafirma a exigência de acabar com o PEC, porque é «uma forma de tributação injusta, que penaliza as micro, pequenas e médias empresas». No documento, a CDU defende que o sector tenha o mesmo tratamento das outras componentes do sistema de transporte público.
Para os trabalhadores do sector financeiro, a coligação compromete-se com uma «evolução positiva nas condições de vida dos trabalhadores» do sector. No documento, reafirma-se a proposta de nacionalização da banca comercial e dos seguros, pois a «moeda e o crédito devem ser assumidos como bens públicos».
Dirigindo-se aos enfermeiros, a CDU lembra a «precariedade, o roubo na aposentação, o congelamento dos salários, a destruição do vínculo público e a lei da mobilidade», ao mesmo tempo que apresenta os nove enfermeiros candidatos, em todo o País, pela coligação.
Aos trabalhadores do Ministério das Finanças, a coligação recorda que foi o grupo parlamentar do PCP a estar, desde a primeira hora, «ao lado dos trabalhadores na luta pela manutenção do vínculo», enquanto que aos trabalhadores da Segurança Social se lembra a transformação de 1700 carreiras em apenas três, com o objectivo de introduzir a «polivalência total». «Só o reforço eleitoral da CDU pode inverter a correlação de forças que tem levado à destruição de direitos em diversas áreas».
Na Carris, uma comissão de apoio à CDU emitiu um comunicado onde alerta os trabalhadores para os perigos que pairam sobre os seus direitos. O decreto-lei que consagra o Certificado de Aptidão Profissional para os motoristas é um novo ataque contra estes trabalhadores, afirma-se. O grupo parlamentar do PCP já chamou este decreto à apreciação parlamentar, mas esta só terá lugar com a nova Assembleia da República.