Finlândia afunda-se da recessão
Apresentada durante anos como um modelo de sucesso económico, a Finlândia é hoje um dos países da União Europeia mais afectados pela crise económica.
Os dados preliminares publicados, dia 8, pelo instituto de estatísticas indicam que a economia do país registou uma queda recorde do PIB de 9,4 por cento, no segundo trimestre deste ano, em comparação como o mesmo período de 2008. No trimestre anterior, a contracção tinha sido de três por cento.
Estes números alarmantes são em grande parte resultado forte diminuição das exportações, que caíram 37 por cento entre Janeiro e Maio, fenómeno que é atribuído em parte ao euro devido à impossibilidade de as autoridades desvalorizarem a moeda como o fez a vizinha Suécia.
Grande parte da economia finlandesa assenta em cerca de duas dezenas de empresas dos sectores da electrónica, florestal, papel e metalúrgico, que representam perto de 80 por cento das exportações do país. Porém, a crise afecta igualmente sectores como a construção civil, cuja actividade diminuiu 20 por cento num ano, ou mesmo os serviços, que caíram cinco por cento.
Num ambiente de profunda recessão, o número de desempregados disparou 20 por cento este ano (Le Monde, 10.09), sobretudo nas cidades do Sul onde se concentra a maioria da população de 5,8 milhões de habitantes.
E mesmo que o crescimento regresse em 2010, de acordo com as previsões oficiais, não será suficiente para travar o avanço do desemprego, o qual deverá atingir em breve 11 por cento da população.
Os dados preliminares publicados, dia 8, pelo instituto de estatísticas indicam que a economia do país registou uma queda recorde do PIB de 9,4 por cento, no segundo trimestre deste ano, em comparação como o mesmo período de 2008. No trimestre anterior, a contracção tinha sido de três por cento.
Estes números alarmantes são em grande parte resultado forte diminuição das exportações, que caíram 37 por cento entre Janeiro e Maio, fenómeno que é atribuído em parte ao euro devido à impossibilidade de as autoridades desvalorizarem a moeda como o fez a vizinha Suécia.
Grande parte da economia finlandesa assenta em cerca de duas dezenas de empresas dos sectores da electrónica, florestal, papel e metalúrgico, que representam perto de 80 por cento das exportações do país. Porém, a crise afecta igualmente sectores como a construção civil, cuja actividade diminuiu 20 por cento num ano, ou mesmo os serviços, que caíram cinco por cento.
Num ambiente de profunda recessão, o número de desempregados disparou 20 por cento este ano (Le Monde, 10.09), sobretudo nas cidades do Sul onde se concentra a maioria da população de 5,8 milhões de habitantes.
E mesmo que o crescimento regresse em 2010, de acordo com as previsões oficiais, não será suficiente para travar o avanço do desemprego, o qual deverá atingir em breve 11 por cento da população.