Desemprego agrava-se no mundo
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) prevê que o número de desempregados em todo o mundo poderá aumentar até ao final do ano entre 38 a 59 milhões de pessoas em relação ao ano de 2007.
De acordo com as previsões deste organismo, divulgadas dia 28, o total de desempregados inscritos poderá atingir entre 210 e 239 milhões de pessoas, ou seja, uma taxa mundial de 7,4 por cento, a mais elevadas desde 1991.
Os países desenvolvidos são responsáveis por cerca de 35 a 40 por cento da subida do desemprego no mundo, apesar de apenas representarem 16 por cento da mão-de-obra global.
O OIT nota que os jovens serão as principais vítimas da crise económica, devendo a respectiva taxa de desemprego passar de 12 por cento em 2008 para 15 a 15 por cento este ano.
Para além disso, este organismo sediado em Genebra, na Suíça, calcula que cerca de 200 milhões de trabalhadores pobres irão somar-se às camadas mais desfavorecidas que vivem com menos de dois dólares por dia.
Segundo sublinhou o director-geral do OIT, Juan Somavia, «se não forem tomadas rapidamente medidas audaciosas, a crise de emprego persistirá muito para além do regresso da economia mundial ao crescimento». «A crise mundial do trabalho poderá durar seis a oito anos se não for tomada nenhuma acção concreta», alertou Somavia.
De acordo com as previsões deste organismo, divulgadas dia 28, o total de desempregados inscritos poderá atingir entre 210 e 239 milhões de pessoas, ou seja, uma taxa mundial de 7,4 por cento, a mais elevadas desde 1991.
Os países desenvolvidos são responsáveis por cerca de 35 a 40 por cento da subida do desemprego no mundo, apesar de apenas representarem 16 por cento da mão-de-obra global.
O OIT nota que os jovens serão as principais vítimas da crise económica, devendo a respectiva taxa de desemprego passar de 12 por cento em 2008 para 15 a 15 por cento este ano.
Para além disso, este organismo sediado em Genebra, na Suíça, calcula que cerca de 200 milhões de trabalhadores pobres irão somar-se às camadas mais desfavorecidas que vivem com menos de dois dólares por dia.
Segundo sublinhou o director-geral do OIT, Juan Somavia, «se não forem tomadas rapidamente medidas audaciosas, a crise de emprego persistirá muito para além do regresso da economia mundial ao crescimento». «A crise mundial do trabalho poderá durar seis a oito anos se não for tomada nenhuma acção concreta», alertou Somavia.