«A vitória da CDU é a vitória de Almada»
Maria Emília de Sousa e José Manuel Maia foram apresentados, no dia 22, perante 650 pessoas, como primeiros candidatos à Câmara e Assembleia Municipal de Almada.
Almada está na vanguarda em vários indicadores
A sessão, apresentada pela actriz Teresa Gafeira, decorreu numa tenda junto ao Cristo-Rei, com uma magnífica vista sobre o Tejo e sobre Lisboa. Participaram, além dos candidatos, responsáveis pelas forças políticas que compõem a coligação.
Na sua intervenção, a candidata à Câmara Municipal e actual presidente da edilidade, realçou que Almada é, hoje, um município conhecido em Portugal e na Europa: «somos uma terra de vanguarda em várias questões do domínio local», afirmou, numa referência ao apoio à investigação, à educação e à cultura. E salientou, em seguida, que «temos a rede social e solidária mais avançada do País», abrangendo cerca de 50 instituições.
A CDU, prosseguiu, continuará a «contrariar a lógica do subúrbio», criando novas centralidades no concelho. A exigência da concretização dos projectos estruturantes no concelho será também uma das prioridades da coligação, realçou, referindo-se ao Polis e à chegada do Metro Sul do Tejo ao Arco Ribeirinho Sul e à Costa da Caparica.
Lembrando não caber às autarquias a definição das políticas de emprego, função dos governos centrais, Maria Emília de Sousa garantiu que, com a CDU, a Câmara Municipal não se divorciará desta questão. «Iremos continuar a contribuir para criar e defender o emprego», nomeadamente apoiando a instalação de indústrias de base tecnológica, afirmou. Também as micro, pequenas e médias empresas continuarão a estar no centro das preocupações da CDU no concelho.
A isenção de derrama, decidida pela autarquia e que abrangeu 70 por cento dessas empresas no concelho, é para continuar, assim como a isenção total de taxação de mudança de uso de imóveis para a instalação de comércio e serviços foi outra medida aprovada e já em prática. E acrescentou que, por ano, são concedidos 500 mil euros para apoiar o comércio tradicional. Assim, garantiu, «a vitória da CDU é a vitória de Almada».
Álvaro Saraiva, dos Verdes, destacou o «espaço plural» que é a CDU e chamou a atenção para o facto de não ser nem pelo PS nem pela direita «que passa a defesa do poder local democrático». Jorge Cordeiro, do Secretariado e da Comissão Política do PCP, valorizou a obra feita em Almada, garantindo que ela prova que a CDU não é apenas uma força de resistência e luta, mas é também uma força «capaz de assumir as mais elevadas funções governativas».
Foram também conhecidos os outros cinco primeiros nomes para a Câmara Municipal: José Gonçalves, António Matos, Amélia Pardal, Rui Jorge Martins e Nuno Vitorino.
Na sua intervenção, a candidata à Câmara Municipal e actual presidente da edilidade, realçou que Almada é, hoje, um município conhecido em Portugal e na Europa: «somos uma terra de vanguarda em várias questões do domínio local», afirmou, numa referência ao apoio à investigação, à educação e à cultura. E salientou, em seguida, que «temos a rede social e solidária mais avançada do País», abrangendo cerca de 50 instituições.
A CDU, prosseguiu, continuará a «contrariar a lógica do subúrbio», criando novas centralidades no concelho. A exigência da concretização dos projectos estruturantes no concelho será também uma das prioridades da coligação, realçou, referindo-se ao Polis e à chegada do Metro Sul do Tejo ao Arco Ribeirinho Sul e à Costa da Caparica.
Lembrando não caber às autarquias a definição das políticas de emprego, função dos governos centrais, Maria Emília de Sousa garantiu que, com a CDU, a Câmara Municipal não se divorciará desta questão. «Iremos continuar a contribuir para criar e defender o emprego», nomeadamente apoiando a instalação de indústrias de base tecnológica, afirmou. Também as micro, pequenas e médias empresas continuarão a estar no centro das preocupações da CDU no concelho.
A isenção de derrama, decidida pela autarquia e que abrangeu 70 por cento dessas empresas no concelho, é para continuar, assim como a isenção total de taxação de mudança de uso de imóveis para a instalação de comércio e serviços foi outra medida aprovada e já em prática. E acrescentou que, por ano, são concedidos 500 mil euros para apoiar o comércio tradicional. Assim, garantiu, «a vitória da CDU é a vitória de Almada».
Álvaro Saraiva, dos Verdes, destacou o «espaço plural» que é a CDU e chamou a atenção para o facto de não ser nem pelo PS nem pela direita «que passa a defesa do poder local democrático». Jorge Cordeiro, do Secretariado e da Comissão Política do PCP, valorizou a obra feita em Almada, garantindo que ela prova que a CDU não é apenas uma força de resistência e luta, mas é também uma força «capaz de assumir as mais elevadas funções governativas».
Foram também conhecidos os outros cinco primeiros nomes para a Câmara Municipal: José Gonçalves, António Matos, Amélia Pardal, Rui Jorge Martins e Nuno Vitorino.