Outro caminho para Portugal
Num ambiente de determinação e confiança, centenas de pessoas participaram, domingo, em Beja, no comício de abertura da campanha eleitoral da CDU para o Parlamento Europeu. Na ocasião, Ilda Figueiredo destacou a importância de cada um para o esclarecimento e mobilização no voto na CDU no dia 7 de Junho. Por seu lado, Jerónimo de Sousa, a encerrar os trabalhos, afirmou que a CDU é a única força que nunca faltou no apoio à luta dos trabalhadores e das populações.
Defesa e valorização do trabalho e dos trabalhadores
No comício de Beja, Ilda Figueiredo começou por salientar que existe «outro caminho para Portugal e para o povo português», que passa pela «defesa e valorização do trabalho e dos trabalhadores, pela defesa do nosso sector produtivo, pelo aumento da produção e do emprego com direitos, pelo apoio aos micro e pequenos empresários e a quem trabalha a terra, pela promoção dos serviços públicos, por uma partilha e redistribuição da riqueza, pelo aumento do poder de compra dos reformados e pensionistas e pelo combate ao desemprego».
«Outro caminho que é possível e necessário, defendendo a soberania e os interesses nacionais, base essencial para o desenvolvimento e progresso social do Alentejo e do País, como sempre defendemos, aqui e no Parlamento Europeu, onde levámos as lutas e aspirações do povo alentejano», frisou, dando conta das inúmeras «visitas e reuniões», efectuadas na região, onde «analisámos os problemas com trabalhadores, mineiros, agricultores e reformados, activistas e dirigentes sindicais, autarcas da CDU, professores e alunos, trabalhadores da saúde, micro, pequenos e médios empresários, associações e colectividades, mulheres e jovens».
A cabeça de lista da CDU exigiu ainda, para o Alentejo, «mais investimentos públicos» e «maiores apoios às autarquias locais para avançar com projectos estratégicos para o desenvolvimento da região», nomeadamente o «total aproveitamento do Alqueva», o «desenvolvimento do Complexo de Sines», o «aeroporto de Beja», o «desenvolvimento de projectos agrícolas» e o «financiamento dos equipamentos sociais e culturais que permitam melhorar a qualidade de vida e valorizar o imenso e rico património da cultura alentejana e portuguesa».
«O País e o Alentejo precisam de novas políticas e do financiamento público de um plano de desenvolvimento integrado que aposte na dinamização da produção e no aproveitamento das especificidades naturais e culturais da região, nos conhecimentos da população, no apoio às micro e pequenas e médias empresas, aos agricultores que trabalham a terra, aos artesãos e a todos que aqui vivem e trabalham», disse ainda Ilda Figueiredo.
Combater o empobrecimento dos portugueses
Recordando, em primeiro lugar, a grandiosa «Marcha de Protesto, Confiança e Luta» que se realizou no dia anterior em Lisboa, Jerónimo de Sousa lamentou que o Alentejo, juntamente com o Algarve, seja uma das regiões onde a taxa de desemprego é mais elevada, acima dos 10 por cento.
«Não há “apagão” nos ficheiros do Instituto do Emprego que possa iludir a gravidade da situação que o País tem vivido», alertou, acusando o Governo PS de, para além de não ter cumprido a promessa dos 150 mil empregos, ao fim de quatro anos, ser responsável pela existência de mais 85 mil trabalhadores no desemprego.
«Perante a pior recessão dos últimos 30 anos e a maior subida de desemprego, o Governo não está a fazer nem o necessário nem o possível para dar a volta à situação», acusou o Secretário-geral do PCP, lembrando que, no próximo dia 7 de Junho, os portugueses vão ser chamados a votar.
«Está a chegar a hora de o povo dar o primeiro passo no processo de viragem para pôr um travão às políticas que estão na origem da crise e dos problemas e estão a conduzir ao contínuo empobrecimento da grande maioria dos portugueses», afirmou, frisando que as próximas eleições «são uma oportunidade para condenar o Governo PS e mais de três décadas de políticas de direita de PS, PSD e CDS-PP».
«Outro caminho que é possível e necessário, defendendo a soberania e os interesses nacionais, base essencial para o desenvolvimento e progresso social do Alentejo e do País, como sempre defendemos, aqui e no Parlamento Europeu, onde levámos as lutas e aspirações do povo alentejano», frisou, dando conta das inúmeras «visitas e reuniões», efectuadas na região, onde «analisámos os problemas com trabalhadores, mineiros, agricultores e reformados, activistas e dirigentes sindicais, autarcas da CDU, professores e alunos, trabalhadores da saúde, micro, pequenos e médios empresários, associações e colectividades, mulheres e jovens».
A cabeça de lista da CDU exigiu ainda, para o Alentejo, «mais investimentos públicos» e «maiores apoios às autarquias locais para avançar com projectos estratégicos para o desenvolvimento da região», nomeadamente o «total aproveitamento do Alqueva», o «desenvolvimento do Complexo de Sines», o «aeroporto de Beja», o «desenvolvimento de projectos agrícolas» e o «financiamento dos equipamentos sociais e culturais que permitam melhorar a qualidade de vida e valorizar o imenso e rico património da cultura alentejana e portuguesa».
«O País e o Alentejo precisam de novas políticas e do financiamento público de um plano de desenvolvimento integrado que aposte na dinamização da produção e no aproveitamento das especificidades naturais e culturais da região, nos conhecimentos da população, no apoio às micro e pequenas e médias empresas, aos agricultores que trabalham a terra, aos artesãos e a todos que aqui vivem e trabalham», disse ainda Ilda Figueiredo.
Combater o empobrecimento dos portugueses
Recordando, em primeiro lugar, a grandiosa «Marcha de Protesto, Confiança e Luta» que se realizou no dia anterior em Lisboa, Jerónimo de Sousa lamentou que o Alentejo, juntamente com o Algarve, seja uma das regiões onde a taxa de desemprego é mais elevada, acima dos 10 por cento.
«Não há “apagão” nos ficheiros do Instituto do Emprego que possa iludir a gravidade da situação que o País tem vivido», alertou, acusando o Governo PS de, para além de não ter cumprido a promessa dos 150 mil empregos, ao fim de quatro anos, ser responsável pela existência de mais 85 mil trabalhadores no desemprego.
«Perante a pior recessão dos últimos 30 anos e a maior subida de desemprego, o Governo não está a fazer nem o necessário nem o possível para dar a volta à situação», acusou o Secretário-geral do PCP, lembrando que, no próximo dia 7 de Junho, os portugueses vão ser chamados a votar.
«Está a chegar a hora de o povo dar o primeiro passo no processo de viragem para pôr um travão às políticas que estão na origem da crise e dos problemas e estão a conduzir ao contínuo empobrecimento da grande maioria dos portugueses», afirmou, frisando que as próximas eleições «são uma oportunidade para condenar o Governo PS e mais de três décadas de políticas de direita de PS, PSD e CDS-PP».