Educação sexual nas escolas
O presidente do Grupo Parlamentar do PCP, Bernardino Soares, criticou a posição do CDS/PP em matéria de educação sexual, considerando «inaceitável» que tenha deliberadamente misturado uma questão séria e importante como é esta com o episódio ocorrido numa escola de Espinho em que uma professora manteve conversas de cariz sexual com uma turma.
A motivar a condenação da bancada comunista, cujas preocupações foram compartilhadas por todos os quadrantes à esquerda do hemiciclo, esteve uma declaração política de Diogo Feyo, líder parlamentar do CDS/PP, onde este afirmou que o sucedido na referida escola deixou o País «entre o choque e a preocupação e causou alarme nas famílias» e defendeu que «a intimidade, os afectos e sexualidade não são competências do Estado».
A reboque dos acontecimentos o deputado centrista aproveitou para criticar o diploma socialista que visa instituir a educação sexual nas escolas, considerando que é «um mau passo» e uma «proposta apressada, imprudente e a reboque de um certo radicalismo de esquerda».
Bernardino Soares considerou «lamentável em vários aspectos» a intervenção de Diogo Feio. E explicou porquê: «que o CDS não queira educação sexual nas escolas, é uma posição política legítima embora discordemos; que não haja diferença entre escola pública e privada, é uma posição política legítima embora discordemos; agora confundir aqueles lamentáveis episódios de Espinho, que devem ser punidos, misturando isso com a existência da educação sexual nas escolas, é inaceitável».
«O senhor deputado quer é aproveitar esse episódio para travar a educação sexual. O que a escola pública tem de dar a todos os seus estudantes é informação, para todos terem conhecimento do que é a educação sexual. É saber se queremos evitar mais gravidezes indesejadas ou doenças sexualmente transmissíveis», sublinhou o deputado comunista.
A motivar a condenação da bancada comunista, cujas preocupações foram compartilhadas por todos os quadrantes à esquerda do hemiciclo, esteve uma declaração política de Diogo Feyo, líder parlamentar do CDS/PP, onde este afirmou que o sucedido na referida escola deixou o País «entre o choque e a preocupação e causou alarme nas famílias» e defendeu que «a intimidade, os afectos e sexualidade não são competências do Estado».
A reboque dos acontecimentos o deputado centrista aproveitou para criticar o diploma socialista que visa instituir a educação sexual nas escolas, considerando que é «um mau passo» e uma «proposta apressada, imprudente e a reboque de um certo radicalismo de esquerda».
Bernardino Soares considerou «lamentável em vários aspectos» a intervenção de Diogo Feio. E explicou porquê: «que o CDS não queira educação sexual nas escolas, é uma posição política legítima embora discordemos; que não haja diferença entre escola pública e privada, é uma posição política legítima embora discordemos; agora confundir aqueles lamentáveis episódios de Espinho, que devem ser punidos, misturando isso com a existência da educação sexual nas escolas, é inaceitável».
«O senhor deputado quer é aproveitar esse episódio para travar a educação sexual. O que a escola pública tem de dar a todos os seus estudantes é informação, para todos terem conhecimento do que é a educação sexual. É saber se queremos evitar mais gravidezes indesejadas ou doenças sexualmente transmissíveis», sublinhou o deputado comunista.