O elogio da coragem
Foi lançado no dia 13, no Centro de Trabalho Vitória, em Lisboa, o livro Olga, de Fernando Morais, recentemente editado pelas Edições Avante!. O livro conta a história de Olga Benário, uma comunista alemã que as tarefas revolucionárias colocaram no caminho do revolucionário brasileiro Luís Carlos Prestes.
Militante da Juventude Comunista Alemã, Olga Benário vê-se forçada a abandonar o país pelas suas actividades políticas. Na União Soviética, assume cada vez mais tarefas na Internacional Comunista da Juventude, da qual se torna dirigente. Em 1935, é enviada ao Brasil, com Prestes, para preparar um levantamento revolucionário naquele grande país sul-americano.
Mas a intentona seria rapidamente descoberta e Olga e Prestes são presos pelo governo de Getúlio Vargas. Apesar de Olga se encontrar, então, grávida de Luís Carlos Prestes, o governo brasileiro extradita-a para o seu país de origem, apesar dos muitos protestos que se fizeram ouvir.
Na Alemanha, dominada já pelo nazismo, onde chega em Outubro de 1936, é imediatamente presa na prisão da Gestapo para mulheres. É nesse tenebroso local que dá à luz a sua filha, Anita Leocádia. Terminado o período de amamentação, a criança foi entregue à avó, mãe de Prestes, que levou a cabo uma campanha em favor da neta, e Olga Benário foi transferida para um campo de concentração. Em Fevereiro de 1942, foi assassinada na câmara de gás.
Na sessão de apresentação, participou José Casanova, do Comité Central, e foi projectado o filme Olga, de Jayme Monjardino, inspirado no livro, e que nunca passou nas salas de cinema nacionais.
Militante da Juventude Comunista Alemã, Olga Benário vê-se forçada a abandonar o país pelas suas actividades políticas. Na União Soviética, assume cada vez mais tarefas na Internacional Comunista da Juventude, da qual se torna dirigente. Em 1935, é enviada ao Brasil, com Prestes, para preparar um levantamento revolucionário naquele grande país sul-americano.
Mas a intentona seria rapidamente descoberta e Olga e Prestes são presos pelo governo de Getúlio Vargas. Apesar de Olga se encontrar, então, grávida de Luís Carlos Prestes, o governo brasileiro extradita-a para o seu país de origem, apesar dos muitos protestos que se fizeram ouvir.
Na Alemanha, dominada já pelo nazismo, onde chega em Outubro de 1936, é imediatamente presa na prisão da Gestapo para mulheres. É nesse tenebroso local que dá à luz a sua filha, Anita Leocádia. Terminado o período de amamentação, a criança foi entregue à avó, mãe de Prestes, que levou a cabo uma campanha em favor da neta, e Olga Benário foi transferida para um campo de concentração. Em Fevereiro de 1942, foi assassinada na câmara de gás.
Na sessão de apresentação, participou José Casanova, do Comité Central, e foi projectado o filme Olga, de Jayme Monjardino, inspirado no livro, e que nunca passou nas salas de cinema nacionais.