Ao lado dos trabalhadores
O PCP está do lado dos trabalhadores que, em muitas empresas, enfrentam e combates as pressões e as chantagens com vista à redução dos direitos.
Os trabalhadores contribuíram para os lucros e são postos de lado
A multinacional Taiyo está a desviar projectos que deveriam vir para Portugal para as fábricas do grupo na Malásia e Singapura. Face a isso, a Comissão Concelhia de Setúbal do PCP lembra, num comunicado distribuído aos trabalhadores, que foram eles que «ao longo dos anos contribuíram para a acumulação de grandes lucros». Apesar disso, acusam os comunistas, «são vítimas de uma estratégia de mercado» que visa a obtenção de mais lucros, a deslocalização e o aumento da exploração. Para trás, ficarão muitos desempregados.
O PCP afirma não ser aceitável que os administradores e gestores da Taiyo façam chantagem com os trabalhadores ameaçando-os de que, caso não consigam vender a empresa, esta fecha portas no final deste mês sem pagar indemnizações. «Onde estão os lucros acumulados nos últimos anos», questiona o PCP, que apela aos trabalhadores que contrariem «todas as tentativas de vender equipamentos», já que são estes a «garantia de continuidade da laboração e dos postos de trabalho».
Segundo os comunistas, a Taiyo recebeu do Governo incentivos que tinham como uma das contrapartidas a criação de 300 postos de trabalho. A empresa ficou-se pelos 180 e actualmente restam apenas 70. Assim, o PCP exige que o Governo «assuma as suas responsabilidades e faça cumprir o acordo, de forma a impedir a deslocalização da Taiyo e o despedimento dos trabalhadores».
Em Cascais, uma delegação do PCP deslocou-se recentemente à instalações da Vitrohm Portuguesa, em Trajouce, para prestar a solidariedade dos comunistas com a luta daqueles trabalhadores contra o lay-off imposto unilateralmente pela administração, e também pelo aumento dos salários. Pedro Lopes de Mendonça, dirigente do Partido no concelho e vereador na Câmara Municipal de Cascais, intervindo a convite dos trabalhadores, expressou a solidariedade do PCP para com aquela justa luta e deixou o compromisso de tudo fazer para que os direitos dos trabalhadores sejam integralmente cumpridos.
O PCP afirma não ser aceitável que os administradores e gestores da Taiyo façam chantagem com os trabalhadores ameaçando-os de que, caso não consigam vender a empresa, esta fecha portas no final deste mês sem pagar indemnizações. «Onde estão os lucros acumulados nos últimos anos», questiona o PCP, que apela aos trabalhadores que contrariem «todas as tentativas de vender equipamentos», já que são estes a «garantia de continuidade da laboração e dos postos de trabalho».
Segundo os comunistas, a Taiyo recebeu do Governo incentivos que tinham como uma das contrapartidas a criação de 300 postos de trabalho. A empresa ficou-se pelos 180 e actualmente restam apenas 70. Assim, o PCP exige que o Governo «assuma as suas responsabilidades e faça cumprir o acordo, de forma a impedir a deslocalização da Taiyo e o despedimento dos trabalhadores».
Em Cascais, uma delegação do PCP deslocou-se recentemente à instalações da Vitrohm Portuguesa, em Trajouce, para prestar a solidariedade dos comunistas com a luta daqueles trabalhadores contra o lay-off imposto unilateralmente pela administração, e também pelo aumento dos salários. Pedro Lopes de Mendonça, dirigente do Partido no concelho e vereador na Câmara Municipal de Cascais, intervindo a convite dos trabalhadores, expressou a solidariedade do PCP para com aquela justa luta e deixou o compromisso de tudo fazer para que os direitos dos trabalhadores sejam integralmente cumpridos.