Cumprir na luta o exemplo de uma vida
Na terra onde o Soeiro Pereira Gomes iniciou a sua actividade política e literária, o Partido assinalou, com um comício, o 100.º aniversário do «construtor de Abril, resistente antifascista e dirigente do PCP, escritor talentoso, homem cuja vida e obra testemunham um profundo compromisso com a luta pela libertação dos explorados e dos oprimidos, pela liberdade e pelo socialismo», como lembrou Jerónimo de Sousa.
O PCP é a vanguarda do combate à política de direita
Em Alhandra, a noite de quinta-feira, 7, foi de festa e luta. À medida que a hora da iniciativa se aproximava, centenas de pessoas iam-se juntando na praça central da vila até a encherem quase por completo. Muitos passavam os olhos pela exposição de homenagem a Joaquim Soeiro Pereira Gomes, ali patente. Muitos mais conversavam sobre os temas do momento – as batalhas eleitorais, a primeira dos quais já no próximo dia 7 de Junho, para o Parlamento Europeu; o reforço da CDU em número de votos e mandatos; as tarefas de mobilização para uma grande campanha política de massas.
Já perto das 22h00, dirigentes locais e nacionais do partido, entre os quais o cabeça de lista da CDU à autarquia de Vila Franca de Xira, Nuno Libório, Armindo Miranda, da Comissão Política do PCP, José Casanova, director do Avante!, e Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, subiram ao palco para o arranque do comício. Quatro jovens leram excertos dos «Esteiros», lembrando o Maquineta e o Gineto, os «filhos dos homens que nunca foram meninos» e que precocemente conheceram, como se adultos fossem, a exploração, o trabalho operário e a fábrica.
Foi o contacto com a realidade do mundo operário, vivida por Soeiro Pereira Gomes na Cimento Tejo e plasmada em «Engrenagem», que o levou a dedicar-se à construção do Partido, à organização das lutas operárias, a abraçar a vida de «revolucionário profissional», e, já na clandestinidade, a desenvolver «intensa actividade na preparação dos III e IV congressos do Partido e no reforço da unidade antifascista, recordou Jerónimo de Sousa durante a sua intervenção.
O «seu exemplo de luta, de dedicação e entrega ao Partido, permanecem como referências marcantes para os comunistas de hoje». E se «é certo que lutamos em condições bem diferentes daquelas que se depararam a Soeiro Pereira Gomes e aos que com ele honraram o Partido e o ideal comunista», não é menos justo afirmar que «outros e grande obstáculos e dificuldades se nos deparam na actual situação», «obstáculos e dificuldades que, inspirados no exemplo de camaradas como Soeiro Pereira Gomes, superaremos. Que, aliás, estamos a superar todos os dias, graças à intervenção decidida, determinada e confiante do nosso grande colectivo partidário», aduziu.
Levar a luta até ao voto
«De facto, tal como no passado, os comunistas de hoje continuam na primeira linha de combate em defesa dos interesses dos trabalhadores, das diversas camadas populares e anti-monopolistas do nosso povo». Estamos «na linha da frente no combate à política de direita e inquestionavelmente temos sido a principal força de oposição à desastrosa política do actual governo do PS e à sua intensa e grave ofensiva anti-social», continuou.
Nas instituições, nos locais de trabalho e nas ruas, nas pequenas e nas grandes lutas, o PCP continua a bater-se pela mudança por uma vida melhor, consolida-se como a única portadora de um «verdadeiro projecto alternativo à política de direita» e afirma-se enquanto «a força política que está na vanguarda do esclarecimento sobre as causas da grave situação do País e da mobilização das massas populares».
Por isso, insistiu o secretário-geral do PCP, os que pretendem perpetuar a política de direita «agem sem olhar a meios para minar a influência social, política e eleitoral do PCP».
«É perante esta realidade e face à perspectiva que se desenha que a grande resposta que se impõe dar na presente situação e no imediato é intervir ainda com maior intensidade na campanha eleitoral para o Parlamento Europeu, levando mais e mais longe a mensagem do PCP, mobilizando para o voto na CDU e fazendo da Marcha da CDU de 23 de Maio - a grande Marcha de Protesto, Confiança e Luta – por uma nova política e uma vida melhor, uma grande afirmação da necessidade de ruptura e mudança na situação do país», sublinhou.
«Os trabalhadores e o povo português tem de saber agora que quanto mais força e mais votos tiver a CDU, mais forte será a sua luta! Mais próxima fica a possibilidade de encarar o futuro com mais esperança e confiança num Portugal mais justo e democrático! Em nome dos homens que nunca foram meninos, mas também em nome dos meninos de hoje para que possam ser homens e mulheres mais livres e com uma vida mais digna no futuro que aí vem!», concluiu Jerónimo de Sousa.
Já perto das 22h00, dirigentes locais e nacionais do partido, entre os quais o cabeça de lista da CDU à autarquia de Vila Franca de Xira, Nuno Libório, Armindo Miranda, da Comissão Política do PCP, José Casanova, director do Avante!, e Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, subiram ao palco para o arranque do comício. Quatro jovens leram excertos dos «Esteiros», lembrando o Maquineta e o Gineto, os «filhos dos homens que nunca foram meninos» e que precocemente conheceram, como se adultos fossem, a exploração, o trabalho operário e a fábrica.
Foi o contacto com a realidade do mundo operário, vivida por Soeiro Pereira Gomes na Cimento Tejo e plasmada em «Engrenagem», que o levou a dedicar-se à construção do Partido, à organização das lutas operárias, a abraçar a vida de «revolucionário profissional», e, já na clandestinidade, a desenvolver «intensa actividade na preparação dos III e IV congressos do Partido e no reforço da unidade antifascista, recordou Jerónimo de Sousa durante a sua intervenção.
O «seu exemplo de luta, de dedicação e entrega ao Partido, permanecem como referências marcantes para os comunistas de hoje». E se «é certo que lutamos em condições bem diferentes daquelas que se depararam a Soeiro Pereira Gomes e aos que com ele honraram o Partido e o ideal comunista», não é menos justo afirmar que «outros e grande obstáculos e dificuldades se nos deparam na actual situação», «obstáculos e dificuldades que, inspirados no exemplo de camaradas como Soeiro Pereira Gomes, superaremos. Que, aliás, estamos a superar todos os dias, graças à intervenção decidida, determinada e confiante do nosso grande colectivo partidário», aduziu.
Levar a luta até ao voto
«De facto, tal como no passado, os comunistas de hoje continuam na primeira linha de combate em defesa dos interesses dos trabalhadores, das diversas camadas populares e anti-monopolistas do nosso povo». Estamos «na linha da frente no combate à política de direita e inquestionavelmente temos sido a principal força de oposição à desastrosa política do actual governo do PS e à sua intensa e grave ofensiva anti-social», continuou.
Nas instituições, nos locais de trabalho e nas ruas, nas pequenas e nas grandes lutas, o PCP continua a bater-se pela mudança por uma vida melhor, consolida-se como a única portadora de um «verdadeiro projecto alternativo à política de direita» e afirma-se enquanto «a força política que está na vanguarda do esclarecimento sobre as causas da grave situação do País e da mobilização das massas populares».
Por isso, insistiu o secretário-geral do PCP, os que pretendem perpetuar a política de direita «agem sem olhar a meios para minar a influência social, política e eleitoral do PCP».
«É perante esta realidade e face à perspectiva que se desenha que a grande resposta que se impõe dar na presente situação e no imediato é intervir ainda com maior intensidade na campanha eleitoral para o Parlamento Europeu, levando mais e mais longe a mensagem do PCP, mobilizando para o voto na CDU e fazendo da Marcha da CDU de 23 de Maio - a grande Marcha de Protesto, Confiança e Luta – por uma nova política e uma vida melhor, uma grande afirmação da necessidade de ruptura e mudança na situação do país», sublinhou.
«Os trabalhadores e o povo português tem de saber agora que quanto mais força e mais votos tiver a CDU, mais forte será a sua luta! Mais próxima fica a possibilidade de encarar o futuro com mais esperança e confiança num Portugal mais justo e democrático! Em nome dos homens que nunca foram meninos, mas também em nome dos meninos de hoje para que possam ser homens e mulheres mais livres e com uma vida mais digna no futuro que aí vem!», concluiu Jerónimo de Sousa.