Comunistas exigem explicações
O PCP exige que o Governo dê «explicações mais precisas» sobre a utilização de recursos públicos para cobrir os prejuízos da Banca. Reagindo ao anúncio por parte do Ministério das Finanças de não intervenção no problema da gestão de fortunas do Banco Privado Português, Jorge Pires, da Comissão Política, lembrou que a decisão «vai ao encontro» daquilo que o Partido tem vindo a defender, mas, sublinha, a intervenção do Estado na Banca carece de mais explicações.
«A decisão, que não conhecemos em toda a sua extensão, vai ao encontro do que temos vindo a defender nas últimas semanas e não anula, revela até para primeiro plano, a necessidade de o Governo dar explicações muito precisas», disse o dirigente comunista, citado pela Lusa.
Jorge Pires considerou ainda que o que o Governo tem feito é «facilitar a vida dos responsáveis pelos prejuízos» através da Caixa Geral de Depósitos. Os «empréstimos leoninos» concedidos pela CGD a empresários como Manuel Fino e Joe Berardo justificam um apuramento cabal, afirmou.
Igual tratamento deve ser dado à intervenção do Estado no Banco Português de Negócios. «Está hoje claro que houve uma nacionalização de prejuízos superiores a 1800 milhões de euros e que foram deixados de fora dessa nacionalização recursos com importantes activos», adiantou.
«A decisão, que não conhecemos em toda a sua extensão, vai ao encontro do que temos vindo a defender nas últimas semanas e não anula, revela até para primeiro plano, a necessidade de o Governo dar explicações muito precisas», disse o dirigente comunista, citado pela Lusa.
Jorge Pires considerou ainda que o que o Governo tem feito é «facilitar a vida dos responsáveis pelos prejuízos» através da Caixa Geral de Depósitos. Os «empréstimos leoninos» concedidos pela CGD a empresários como Manuel Fino e Joe Berardo justificam um apuramento cabal, afirmou.
Igual tratamento deve ser dado à intervenção do Estado no Banco Português de Negócios. «Está hoje claro que houve uma nacionalização de prejuízos superiores a 1800 milhões de euros e que foram deixados de fora dessa nacionalização recursos com importantes activos», adiantou.