CPPME alerta para desemprego
Comentando o despedimento colectivo dos trabalhadores da Movipartes, unidade fabril de componentes para a indústria do mobiliário, do Grupo SONAE, situada em Paredes, a Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas (CPPME) questionou «se as grandes empresas, os maiores consórcios nacionais, não terão como função fundamental manter os mais altos padrões no esforço da retenção de emprego, reorganização e reinvestimento em empresas deste teor?».
«Pelos vistos, em Portugal, os mais frágeis, os que naturalmente menos capacidade têm para enfrentar as múltiplas crises restritas e globais, as micro e pequenas empresas, parecem ser as que mais respeito e esforço produzem para não conduzir as suas empresas para o tal abismo, que a breve trecho poderá comprometer a própria estrutura nacional. Para além disso, são com toda a certeza os que menos culpa têm em toda a sequência de crises, que acabam por culminar na mais grave e globalizante, desde o crash norte-americano de 1929», acentua, em nota de imprensa, a CPPME.
«Pelos vistos, em Portugal, os mais frágeis, os que naturalmente menos capacidade têm para enfrentar as múltiplas crises restritas e globais, as micro e pequenas empresas, parecem ser as que mais respeito e esforço produzem para não conduzir as suas empresas para o tal abismo, que a breve trecho poderá comprometer a própria estrutura nacional. Para além disso, são com toda a certeza os que menos culpa têm em toda a sequência de crises, que acabam por culminar na mais grave e globalizante, desde o crash norte-americano de 1929», acentua, em nota de imprensa, a CPPME.