Presos de Guantanamo
O PCP opõe-se a qualquer acordo entre estados ou entre os EUA e a UE relativamente à «transferência de prisioneiros» encarcerados em Guantanamo, o que não significa que não possam ser considerados os pedidos de asilo – no quadro do respeito da soberania nacional, da Constituição da República Portuguesa e do direito internacional – livremente expressos por cada cidadão.
Esta posição foi apresentada na terça-feira, 3, pelo eurodeputado Pedro Guerreiro, para quem as recentes decisões da administração norte-americana sobre o repatriamento e reinstalação dos presos de Guantanamo confirmam a existência de uma rede de rapto, sequestro, detenção ilegal e tortura promovida pelos EUA.
Tais decisões, advoga, não devem servir para «branquear as responsabilidades dos EUA e de governos de países da UE relativamente à sistemática violação do direito internacional e dos mais elementares Direitos do Homem», pelo que importa exigir o apuramento de toda a verdade.
Esta posição foi apresentada na terça-feira, 3, pelo eurodeputado Pedro Guerreiro, para quem as recentes decisões da administração norte-americana sobre o repatriamento e reinstalação dos presos de Guantanamo confirmam a existência de uma rede de rapto, sequestro, detenção ilegal e tortura promovida pelos EUA.
Tais decisões, advoga, não devem servir para «branquear as responsabilidades dos EUA e de governos de países da UE relativamente à sistemática violação do direito internacional e dos mais elementares Direitos do Homem», pelo que importa exigir o apuramento de toda a verdade.