Lixo ficou por recolher
A greve dos cantoneiros da Câmara Municipal do Porto contra a transferência, na segunda-feira anterior, de 212 dos cerca de 300 trabalhadores do sector, para duas empresas privadas, deixou a cidade sem serviços de recolha de lixo na noite da passagem de ano, revelou, dia 1, o dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local, João Avelino, que anunciou terem apenas estado ao serviço os 50 trabalhadores requisitados pela autarquia para o cumprimento de serviços mínimos.
No dia anterior, o STAL/CGTP-IN anunciou que ia impugnar judicialmente a requisição de trabalhadores municipais de limpeza para prestarem serviço em empresas privadas.
Para o sindicato, a transferência de trabalhadores «é ilegal, por ter sido feita sem o acordo dos trabalhadores», afirmou João Avelino, que também anunciou a apresentação de uma queixa à Autoridade para as Condições de Trabalho, onde o sindicato acusa as entidades privadas de não respeitarem as condições de saúde, higiene e segurança no trabalho.
No dia anterior, o STAL/CGTP-IN anunciou que ia impugnar judicialmente a requisição de trabalhadores municipais de limpeza para prestarem serviço em empresas privadas.
Para o sindicato, a transferência de trabalhadores «é ilegal, por ter sido feita sem o acordo dos trabalhadores», afirmou João Avelino, que também anunciou a apresentação de uma queixa à Autoridade para as Condições de Trabalho, onde o sindicato acusa as entidades privadas de não respeitarem as condições de saúde, higiene e segurança no trabalho.