É possível uma vida melhor
Foram cerca de trezentos os militantes e simpatizantes do Partido que participaram no convívio de Natal em Braga, na cantina da AGERE, que contou com a participação do Secretário-geral do Partido, Jerónimo de Sousa.
O Governo passa para a «crise» responsabilidades que são suas
Após saudar esta iniciativa, que faz já, desde há anos, parte do calendário do Partido, o dirigente comunista endereçou críticas ao Governo PS, declarando que este tenta culpabilizar a crise económica internacional pelas dificuldades dos portugueses. Mas, lembrou, estas dificuldades são fruto das medidas sociais e económicas que têm vindo a ser praticadas pelo Partido Socialista desde que está no poder. Jerónimo de Sousa criticou ainda a forma como o Governo do PS tem vindo a enganar os portugueses, dando-lhes «esmolas» e tentando convencer o País de que os seus problemas se resolvem com caridade. A isto contrapôs as propostas do PCP, que considera que a única forma de melhorar a situação económica e social do País é através da valorização dos salários, combatendo o desemprego e aumentando as pensões e as reformas.
O Secretário-geral do PCP realçou ainda a importância de levar o XVIII Congresso para junto dos trabalhadores e das populações, com as suas medidas e conclusões concretas e ligadas à vida, assim como a necessidade de reforço do Partido, indispensável ao fortalecimento da luta dos trabalhadores, dos desempregados, dos reformados, dos agricultores e de todos os homens e mulheres descontentes e afectados com estas políticas de direita do PS.
O ano de 2008, lembrou, fica marcado por intensas lutas sociais e o ano de 2009 terá na ordem de trabalhos três importantes actos eleitorais: as eleições para o Parlamento Europeu, para a Assembleia da República e para as Autarquias. O Partido, afirmou, estará pronto para mais esta batalha, junto de todos os que desejem romper com estas políticas e que queiram juntar-se ao Partido Comunista Português, o único que constitui uma verdadeira alternativa para o País, juntamente com o Partido Ecologista «Os Verdes», a Intervenção Democrática e centenas de homens e mulheres que a eles se juntam para formar a Coligação Democrática Unitária.
Também nas intervenções de Catarina Mendo, membro da Comissão Regional de Braga da JCP, e de Jorge Matos, membro da Direcção Regional de Braga do PCP, surgiram fortes críticas ao Governo PS e às consequências nefastas das suas políticas de direita, realçando o papel do Partido e da JCP no combate às diversas medidas tomadas contra os trabalhadores e a juventude.
As palavras foram de esperança e força para os comunistas e para todos os que vêem no PCP o Partido que é capaz de construir uma democracia avançada para Portugal, afirmando que sim, é possível uma vida melhor e um País mais justo e fraterno.
O Secretário-geral do PCP realçou ainda a importância de levar o XVIII Congresso para junto dos trabalhadores e das populações, com as suas medidas e conclusões concretas e ligadas à vida, assim como a necessidade de reforço do Partido, indispensável ao fortalecimento da luta dos trabalhadores, dos desempregados, dos reformados, dos agricultores e de todos os homens e mulheres descontentes e afectados com estas políticas de direita do PS.
O ano de 2008, lembrou, fica marcado por intensas lutas sociais e o ano de 2009 terá na ordem de trabalhos três importantes actos eleitorais: as eleições para o Parlamento Europeu, para a Assembleia da República e para as Autarquias. O Partido, afirmou, estará pronto para mais esta batalha, junto de todos os que desejem romper com estas políticas e que queiram juntar-se ao Partido Comunista Português, o único que constitui uma verdadeira alternativa para o País, juntamente com o Partido Ecologista «Os Verdes», a Intervenção Democrática e centenas de homens e mulheres que a eles se juntam para formar a Coligação Democrática Unitária.
Também nas intervenções de Catarina Mendo, membro da Comissão Regional de Braga da JCP, e de Jorge Matos, membro da Direcção Regional de Braga do PCP, surgiram fortes críticas ao Governo PS e às consequências nefastas das suas políticas de direita, realçando o papel do Partido e da JCP no combate às diversas medidas tomadas contra os trabalhadores e a juventude.
As palavras foram de esperança e força para os comunistas e para todos os que vêem no PCP o Partido que é capaz de construir uma democracia avançada para Portugal, afirmando que sim, é possível uma vida melhor e um País mais justo e fraterno.