Cultura e democracia
Manuel Gusmão, Manuel Augusto Araújo e Francisco Silva expuseram perante uma audiência atenta conceitos que distinguem os comunistas na forma de encarar a cultura.
A cultura não é apenas fruição mas também criação, disse Manuel Gusmão. É o conjunto dos processos e actividades, meios, instrumentos e suportes, artefactos e formas que os grupos sociais históricos e os indivíduos históricos produzem.
Não se limitando à literatura e à arte, a cultura é também científica, política ou ideológica, valores e convicções, conhecimentos que constituem o viver social da sociedade humana e está intimamente ligada à democracia participativa.
De facto, a democracia cultural é para os comunistas, factor e efeito possível do desenvolvimento de todas as outras esferas da democracia.
Assim, os que enfatizam a memória da comunidade, desprezando a inovação, o que pretendem é manter as ideias dominantes na sociedade, ou seja, as ideias das classes dominantes.
A «criação artística não pode estar entregue às leis do mercado, defendeu, por sua vez Manuel Augusto Araújo, denunciando o valor efémero de obras artísticas «inventadas por puro marketing cultural».
A razão crítica foi uma outra questão ainda abordada por Francisco Silva que apontou a necessidade de vencer as todas as barreiras que a ela se interpõem.
A cultura não é apenas fruição mas também criação, disse Manuel Gusmão. É o conjunto dos processos e actividades, meios, instrumentos e suportes, artefactos e formas que os grupos sociais históricos e os indivíduos históricos produzem.
Não se limitando à literatura e à arte, a cultura é também científica, política ou ideológica, valores e convicções, conhecimentos que constituem o viver social da sociedade humana e está intimamente ligada à democracia participativa.
De facto, a democracia cultural é para os comunistas, factor e efeito possível do desenvolvimento de todas as outras esferas da democracia.
Assim, os que enfatizam a memória da comunidade, desprezando a inovação, o que pretendem é manter as ideias dominantes na sociedade, ou seja, as ideias das classes dominantes.
A «criação artística não pode estar entregue às leis do mercado, defendeu, por sua vez Manuel Augusto Araújo, denunciando o valor efémero de obras artísticas «inventadas por puro marketing cultural».
A razão crítica foi uma outra questão ainda abordada por Francisco Silva que apontou a necessidade de vencer as todas as barreiras que a ela se interpõem.