A actualidade do marxismo-leninismo
«O Marxismo como concepção revolucionária do mundo» constituiu um dos debates mais participados no espaço da imprensa do Partido.
Francisco Melo e Aurélio Santos falaram, sobretudo, da actualidade do marxismo-leninismo, teoria que constituiu um passo decisivo na história da humanidade, há séculos a sonhar com a destruição «de vez» de toda a exploração.
Foi Marx que ligou as aspirações transformadoras à luta de uma classe determinada, disse Francisco Melo, pois para ele «fora da luta de classes, o socialismo é uma frase vazia ou um sonho ingénuo». Palavras em que «deveriam meditar» os que se limitam à denúncia teórica ou procuram «atribuir aos comunistas o papel de conter as reivindicações dos movimentos sociais para as depor nas mãos dos governos».
Também Aurélio Santos lembrou que «o capitalismo não é a fase final da história: é uma das fases da existência das sociedades de exploração do homem pelo homem». E como «o marxismo não é uma teoria acabada, antes forjada de acordo com as experiências da luta revolucionária», é nela que deve assentar a actuação dos comunistas para encontrar, em cada momento, as respostas adequadas às situações. Porque não basta apenas pensar o mundo, como disse Marx, o que é preciso é transformá-lo.
Francisco Melo e Aurélio Santos falaram, sobretudo, da actualidade do marxismo-leninismo, teoria que constituiu um passo decisivo na história da humanidade, há séculos a sonhar com a destruição «de vez» de toda a exploração.
Foi Marx que ligou as aspirações transformadoras à luta de uma classe determinada, disse Francisco Melo, pois para ele «fora da luta de classes, o socialismo é uma frase vazia ou um sonho ingénuo». Palavras em que «deveriam meditar» os que se limitam à denúncia teórica ou procuram «atribuir aos comunistas o papel de conter as reivindicações dos movimentos sociais para as depor nas mãos dos governos».
Também Aurélio Santos lembrou que «o capitalismo não é a fase final da história: é uma das fases da existência das sociedades de exploração do homem pelo homem». E como «o marxismo não é uma teoria acabada, antes forjada de acordo com as experiências da luta revolucionária», é nela que deve assentar a actuação dos comunistas para encontrar, em cada momento, as respostas adequadas às situações. Porque não basta apenas pensar o mundo, como disse Marx, o que é preciso é transformá-lo.