Resposta internacionalista à ofensiva geral
Prolongou-se por duas horas e meia o muito participado debate de domingo à tarde, no Forum do Pavilhão Central, sobre o actual momento na Europa, onde frequentemente foi feita referência a ideias analisadas durante o encontro de partidos comunistas e de esquerda que teve lugar sexta-feira.
No final, Albano Nunes salientou a concordância geral acerca da gravidade da ofensiva do capital, mas igualmente quanto à confiança na capacidade de lutar e alterar o presente estado de coisas. Ilda Figueiredo lembrou que o período do ataque para regressão social começou na Cimeira de Lisboa, em 2000, e notou que foi também nessa ocasião que aqui teve lugar uma grande manifestação da CGTP contra a deriva neoliberal. Manter e desenvolver encontros como o que agora teve lugar é do interesse de todos os povos, para fazer frente a uma ofensiva do capital que não tem limites, afirmou Agostinho Lopes, que descreveu os traços da presente política de direita em Portugal.
Vários representantes de outros partidos assinalaram a semelhança desta com as políticas praticadas nos seus países, mesmo quando estão no governo partidos social-democratas, que não se dizem de direita – casos da Alemanha e da República Checa. A destruição dos sistemas públicos de saúde e de Segurança Social, para aumentar o quinhão do capital na economia, alargando ainda mais a área sujeita a privatizações, é generalizada, chegando mesmo à Suíça, que não faz parte da UE. As consequências desta política fazem-se sentir no bem-estar dos povos, como ficou evidente nas estatísticas apresentadas relativamente à antiga Checoslováquia, e ataca direitos dos trabalhadores conquistados há muito (no caso da França, desde o período pós-guerra e mesmo desde os governos da Frente Popular). Foi também chamada a atenção para novos perigos, ligados à próxima cimeira da OMC.
Foi valorizada a resistência dos trabalhadores e dos povos e foi afirmada disponibilidade para manter a troca de opiniões entre partidos comunistas. O internacionalismo é necessário também para exigir o fim da ocupação imperialista do Iraque e as ambições hegemónica dos EUA, para alargar as expressões de solidariedade com outros povos em luta, como os de Chipre e Palestina. Foi consensual a afirmação do papel determinante da luta de massas, quer em cada país, quer a nível internacional.
No final, Albano Nunes salientou a concordância geral acerca da gravidade da ofensiva do capital, mas igualmente quanto à confiança na capacidade de lutar e alterar o presente estado de coisas. Ilda Figueiredo lembrou que o período do ataque para regressão social começou na Cimeira de Lisboa, em 2000, e notou que foi também nessa ocasião que aqui teve lugar uma grande manifestação da CGTP contra a deriva neoliberal. Manter e desenvolver encontros como o que agora teve lugar é do interesse de todos os povos, para fazer frente a uma ofensiva do capital que não tem limites, afirmou Agostinho Lopes, que descreveu os traços da presente política de direita em Portugal.
Vários representantes de outros partidos assinalaram a semelhança desta com as políticas praticadas nos seus países, mesmo quando estão no governo partidos social-democratas, que não se dizem de direita – casos da Alemanha e da República Checa. A destruição dos sistemas públicos de saúde e de Segurança Social, para aumentar o quinhão do capital na economia, alargando ainda mais a área sujeita a privatizações, é generalizada, chegando mesmo à Suíça, que não faz parte da UE. As consequências desta política fazem-se sentir no bem-estar dos povos, como ficou evidente nas estatísticas apresentadas relativamente à antiga Checoslováquia, e ataca direitos dos trabalhadores conquistados há muito (no caso da França, desde o período pós-guerra e mesmo desde os governos da Frente Popular). Foi também chamada a atenção para novos perigos, ligados à próxima cimeira da OMC.
Foi valorizada a resistência dos trabalhadores e dos povos e foi afirmada disponibilidade para manter a troca de opiniões entre partidos comunistas. O internacionalismo é necessário também para exigir o fim da ocupação imperialista do Iraque e as ambições hegemónica dos EUA, para alargar as expressões de solidariedade com outros povos em luta, como os de Chipre e Palestina. Foi consensual a afirmação do papel determinante da luta de massas, quer em cada país, quer a nível internacional.