Sindicatos mobilizam para dia 21
Para garantir o sucesso da manifestação nacional de dia 21, em Lisboa - com concentração marcada para as 14.30 horas, no Marquês de Pombal, seguindo depois para a residência oficial do primeiro-ministro - os sindicatos e a Frente Comum estão a realizar plenários e acções de sensibilização dos trabalhadores da Administração Pública.
Sobressai a reivindicação de aumentos reais e justos dos salários:
- mais 0,9 por cento, ainda em 2008, para que seja respeitado o compromisso do Governo de corrigir o desvio entre a actualização imposta, de 2,1 por cento, e a inflação efectivamente registada (que se estima próxima dos três por cento, no final do ano);
- e, para 2009, um aumento de cinco por cento, para fazer face às perdas sucessivas de poder de compra, desde o ano 2000.
Na manifestação, os trabalhadores também vão reivindicar o fim da precariedade; a manutenção do vínculo público e de carreiras profissionais dignas; um sistema de avaliação justo e sem quotas; a atribuição de 50 euros a quem transite para a tabela remuneratória única; o fim da destruição dos direitos laborais e das alterações gravosas à legislação laboral; a reposição dos direitos de aposentação e o fim dos ataques à ADSE e aos direitos sociais; respeito pelos direitos sindicais e pelo exercício da actividade sindical; a regulamentação do suplemento de insalubridade, penosidade e risco; a negociação e resolução dos problemas que afectam os bombeiros profissionais e os trabalhadores da Protecção Civil; um regulamento com condições mínimas para os bombeiros voluntários; direitos e salários iguais para trabalho igual; direito à negociação e à contratação colectiva; e uma Administração Pública isenta e independente, ao serviço de todos - refere-se nos documentos divulgados pelos sindicatos.
Sobressai a reivindicação de aumentos reais e justos dos salários:
- mais 0,9 por cento, ainda em 2008, para que seja respeitado o compromisso do Governo de corrigir o desvio entre a actualização imposta, de 2,1 por cento, e a inflação efectivamente registada (que se estima próxima dos três por cento, no final do ano);
- e, para 2009, um aumento de cinco por cento, para fazer face às perdas sucessivas de poder de compra, desde o ano 2000.
Na manifestação, os trabalhadores também vão reivindicar o fim da precariedade; a manutenção do vínculo público e de carreiras profissionais dignas; um sistema de avaliação justo e sem quotas; a atribuição de 50 euros a quem transite para a tabela remuneratória única; o fim da destruição dos direitos laborais e das alterações gravosas à legislação laboral; a reposição dos direitos de aposentação e o fim dos ataques à ADSE e aos direitos sociais; respeito pelos direitos sindicais e pelo exercício da actividade sindical; a regulamentação do suplemento de insalubridade, penosidade e risco; a negociação e resolução dos problemas que afectam os bombeiros profissionais e os trabalhadores da Protecção Civil; um regulamento com condições mínimas para os bombeiros voluntários; direitos e salários iguais para trabalho igual; direito à negociação e à contratação colectiva; e uma Administração Pública isenta e independente, ao serviço de todos - refere-se nos documentos divulgados pelos sindicatos.