Agentes desafiam sanções
Milhares de polícias e guardas espanhóis participaram, no sábado, 18, numa manifestação em Madrid para reivindicar aumentos salariais, afrontando as ameaças do governo de aplicar sanções aos manifestantes que podem chegar à expulsão.
«As pressões não afectaram a manifestação», declarou à imprensa o secretário-geral da Associação Unificada de Guardas-Civis (AUGC), Alberto Moya, no início do desfile, segundo noticiou a agência Lusa.
Tanto o ministro do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, como o director-geral da Polícia e da Guarda Civil, Francisco Javier Velázquez, fizeram advertências públicas aos agentes, posição que foi reafirmada numa circular enviada a todos os quartéis.
O governo espanhol alega que a lei em vigor proíbe os agentes de convocar ou participar, de forma individual ou colectiva, em actos políticos ou sindicais. No entanto, as associações sindicais sustentam que os agentes podem manifestar-se desde que não usem o uniforme e não estejam armados.
Tanto Moya como José Angel Fuentes Gago, do Sindicato Profissional da Polícia (SPP), consideram que a proibição de participação dos agentes é uma interpretação subjectiva da lei que deverá ser examinada pelos tribunais.
Antes do desfile que terá juntado mais de 15 mil pessoas, vários autocarros que se dirigiam à capital com agentes de várias regiões do país foram parados e revistados à entrada de Madrid, acção que os organizadores interpretaram como uma tentativa de boicote da acção.
O protesto decorreu sob o lema «Dignidade económica e profissional» e reafirmou como principal reivindicação do sector a equiparação salarial entre os vários corpos de polícia, onde as diferenças remuneratórias atingem em média os 500 euros.
«As pressões não afectaram a manifestação», declarou à imprensa o secretário-geral da Associação Unificada de Guardas-Civis (AUGC), Alberto Moya, no início do desfile, segundo noticiou a agência Lusa.
Tanto o ministro do Interior, Alfredo Pérez Rubalcaba, como o director-geral da Polícia e da Guarda Civil, Francisco Javier Velázquez, fizeram advertências públicas aos agentes, posição que foi reafirmada numa circular enviada a todos os quartéis.
O governo espanhol alega que a lei em vigor proíbe os agentes de convocar ou participar, de forma individual ou colectiva, em actos políticos ou sindicais. No entanto, as associações sindicais sustentam que os agentes podem manifestar-se desde que não usem o uniforme e não estejam armados.
Tanto Moya como José Angel Fuentes Gago, do Sindicato Profissional da Polícia (SPP), consideram que a proibição de participação dos agentes é uma interpretação subjectiva da lei que deverá ser examinada pelos tribunais.
Antes do desfile que terá juntado mais de 15 mil pessoas, vários autocarros que se dirigiam à capital com agentes de várias regiões do país foram parados e revistados à entrada de Madrid, acção que os organizadores interpretaram como uma tentativa de boicote da acção.
O protesto decorreu sob o lema «Dignidade económica e profissional» e reafirmou como principal reivindicação do sector a equiparação salarial entre os vários corpos de polícia, onde as diferenças remuneratórias atingem em média os 500 euros.