Berlim em luta
Milhares de trabalhadores dependentes das autoridades regionais de Berlim uniram-se numa frente de protesto por aumentos salariais e melhores condições de trabalho.
As greves e desfiles começaram no dia 13 e culminaram dia 16 com uma poderosa manifestação frente ao governo da cidade-estado, que reuniu professores, educadores, funcionários e polícias.
Organizados por diferentes sindicatos, estes trabalhadores exigem uma actualização salarial de 2,9 por cento, acrescida de um suplemento de 900 euros pago em três tranches, bem como o fim das desigualdades entre contratados e pessoal com o estatuto público.
Por exemplo, os professores e educadores contratados recebem menos 30 por cento do que os seus colegas com vínculo público, enquanto os professores estrangeiros são pagos de acordo com a tabela do país de origem. Acresce que o pessoal contratado não aufere subsídio de férias nem de Natal ao contrário dos funcionários públicos,
Determinados a obrigar o governo federal a abrir negociações, os sindicatos prometem prosseguir as greves nos meses de Novembro e Dezembro, sublinhando que nos últimos cinco anos estes sectores profissionais não beneficiaram de nenhum aumento salarial.
As greves e desfiles começaram no dia 13 e culminaram dia 16 com uma poderosa manifestação frente ao governo da cidade-estado, que reuniu professores, educadores, funcionários e polícias.
Organizados por diferentes sindicatos, estes trabalhadores exigem uma actualização salarial de 2,9 por cento, acrescida de um suplemento de 900 euros pago em três tranches, bem como o fim das desigualdades entre contratados e pessoal com o estatuto público.
Por exemplo, os professores e educadores contratados recebem menos 30 por cento do que os seus colegas com vínculo público, enquanto os professores estrangeiros são pagos de acordo com a tabela do país de origem. Acresce que o pessoal contratado não aufere subsídio de férias nem de Natal ao contrário dos funcionários públicos,
Determinados a obrigar o governo federal a abrir negociações, os sindicatos prometem prosseguir as greves nos meses de Novembro e Dezembro, sublinhando que nos últimos cinco anos estes sectores profissionais não beneficiaram de nenhum aumento salarial.